Compromisso
De onde vem a Moeda
geral?
Vem da confiança.
E de onde vem a
confiança?
Vem da família, vem
de a mãe e o pai insuflar diariamente, mês após mês, ano após ano (até os sete
anos são 7 x 365,25 dias).
A
CRIAÇÃO DA MOEDA
(e de muita coisa mais, por exemplo, dessa confiança mais extremada, a fé)
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A faixa de impressão é até
os sete anos.
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A confiança deve
ser instilada nas pessoas: primitivamente confiança da família, depois na
Escola geral, nas leis, nos institutos governempresariais, na proximidade
ambiental (de cidades-municípios ao mundo), no amor. Como disse Clarice
Lispector, “procurei a vida inteira e dentro da caixa de tesouro encontrei só
uma palavra, confiança” (algo assim).
A Moeda geral é plantada
segundo a confiança.
Como Gabriel viu, na
África do Sul antes do fim do Apartheid os branco-governantes, até então enfrentando
o mundo inteiro, instituíram o Rand (agora um krugerrand de ouro vale cerca de
1.330 euros, quase quatro mil reais) para estabelecer confiança no regime.
Propaganda esperta.
A PROPAGANDA DO REGIME
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1 351,74 €
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Seriedade ao
governar (não há no Brasil), falta de escândalos políticos (acontecem muitos no
Brasil), planos seguidos por longas décadas (o Brasil nunca viu disso) são bons
para a confiança; como o Brasil não cumpre os quesitos básicos da confiança, a
moeda brasileira é aceita interna, mas não externamente. De fato, até o real em
1994 não era aceita nem internamente, tanto assim que a inflação chegou a 80 %
ao mês.
Não há compromisso.
Não há permanência.
Não há confiança.
Serra, segunda-feira,
10 de dezembro de 2012.
José Augusto Gava.








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