O Barulhão que nos
Acordou
O Big Bang (que
chamo de Barulhão) transformou o Desenho de Mundo (em Deus) em mundo operativo
(na Natureza).
AS NATUREZAS (das mais simples
para as mais complexas)
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NATUREZA
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CIÊNCIA-TIPO
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CONSTRUÇÃO
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N.O
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Física
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Realizada pela humanidade.
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Química
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N.1
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Biologia
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p.2
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N.2
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Psicologia
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p.3
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N.3
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Informática
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Realizada (talvez) por poucos racionais
para os lados do fim.
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p.4
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N.4
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Cosmologia
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p.5
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N.5
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Dialógica
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p.6
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limite ou barreira da Prova de Godel
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a “bandeira de Elohim”, i Deus-Natureza,
enquanto exclusão da racionalidade e de todo acesso da Matemática
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Ora, isso cria INÚMERAS racionalidades e
outras tantas compreensões da moeda enquanto meio (portanto, mensagem, no
entender de McLuhan) entre o EMISSOR DE MOEDA (cada vez que você entrega
qualquer dos modos expletivos, você emite moeda, e você COMPLETA-A,
sub-servindo-se da aceitação geral, diz que faz parte; e está medindo e sendo
medido) e os RECEPTOR DE MOEDA (você REALIZA psicologia, quer dizer, aceitação,
conversão de prova, submissão ao modelo de mundo englobado pela sócioeconomia
psicológica, como veremos).
A
MOEDA É MEIO, POR CONSEGUINTE É PASSAGEM (psicológica)
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EMISSOR
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MEIO
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RECEPTOR
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O que pede aceitação.
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Convenção psicológica.
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O que aceita (ou não).
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Aqui está você, corpomente, e lá está outro mundo,
outro universo: como trocar mensagens? Você deve ter antecedentes partilhados
com o outro, E MOTIVOS DE COMPARTILHAMENTO. Primeiro desejar fazer, depois
fazer. Deve haver confiança. De modo nenhum a moeda é coisa simples.
A COISA TOMADA COMO
SIMPLES
(a geo-história da moeda até agoraqui) – a maior parte dos indivíduos toma a
moeda como sendo o meio, não a compreende toda e torna-se prisioneira dela.
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Moeda
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Moeda é o meio
através do qual são efetuadas as transações monetárias. É todo ativo que constitua forma
imediata de solver débitos, com aceitabilidade geral e disponibilidade
imediata, e que confere ao seu titular um direito de saque sobre o produto
social.
É importante perceber que existem diferentes definições de “moeda”:(i)
o dinheiro, que constitui as notas
(geralmente em papel);(ii) a moeda (a peça metálica);(iii) a moeda bancária ou escritural,
admitidas em circulação; e,(iv) a moeda no sentido mais amplo, que significa
o dinheiro em circulação, a moeda nacional. Em geral, a moeda é emitida e
controlada pelo governo do país, que é o único que pode
fixar e controlar seu valor. O dinheiro está associado a transações de baixo
valor; a moeda (no sentido aqui tratado), por sua vez, tem uma definição mais
abrangente, já que engloba, mesmo no seu agregado mais líquido (M1), não só o
dinheiro, mas também o valor depositado em contas correntes.
Etimologia
A palavra "moeda" provem do nome do lugar onde se cunhavam
moedas na Roma antiga: em uma casa situada ao
lado do templo da deusa Juno Moneta, sob cuja proteção se encontrava. O
sobrenome "Moneta" foi atribuído à deusa pelo escritor latino Livio
Andronico depois que os gansos que viviam em redor do templo, no monte
Capitolio, advertiram com seus grasnados aos romanos de um ataque dos
gauleses. Avisar, em latim, é "monere" (de onde provêm
"admoestação" e "monitor") e a deusa, a quem se atribuiu
o aviso dos gansos, foi chamada desde então Juno Moneta. Devido à vizinhança
do templo com a casa onde se fundiam os denarios (daí "dinheiro"),
as moedas tomaram esse nome.[1]
História
Moeda antiga
Conchas sendo usadas como dinheiro por um comerciante árabe.
A moeda evoluiu a partir de duas inovações básicas, que ocorreram por
volta de 2.000 a.C. Originalmente, o dinheiro era uma forma de recebimento, representando
grãos estocados em celeiros de templos na Suméria[2], na Mesopotâmia, então Antigo Egito.
Esse primeiro estágio da moeda, no qual os metais eram usados para representar
reserva de valor e símbolos para representar mercadorias, formou a base do
comércio no Crescente
Fértil por mais de 1500 anos. No
entanto, o colapso do sistema comercial do Oriente Próximo apontou uma falha:
em uma era na qual não havia nenhum lugar que era seguro para estocar valor,
o valor de um meio circulante poderia ser apenas tão bom quanto a sforaçs que
defendiam aquela reserva. O comércio poderia alcançar no máximo a
credibilidade do uso da força militar. No final da Idade do Bronze, no entanto, uma série de
tratados internacionais estabeleceram uma passagem segura para os mercantes
ao redor do Mediterrâneo oriental, se espalhando a partir da Creta minoica e Micenas no noroeste de Elam e sudeste de Bahrein. Apesar de não se saber o
que funcionava como uma moeda para facilitar essas trocas, sabe-se que couro
de boi em forma de lingotes de cobre, produzidos no Chipre, podem ter funcionado como
uma moeda. É sabido que o aumento da pirataria e invasões associadas ao colapso da Idade do Bronze, possivelmente produzidas
pelos Povos do Mar, trouxeram esse sistema
comercial ao fim. Foi apenas com a recuperação do comércio fenício no séculos
IX e X a.C. que houve um retorno à prosperidade, e o surgimento da cunhagem
real, possivelmente primeiro na Anatólia em Creso e Lídia e subsequentemente pelos gregos
e pérsios. Na África, muitas formas de reserva de valor foram usadas,
incluindo grânulos, lingotes, marfim, várias formas de armas,
gado, a moeda manilla, ocre e outros óxidos da terra, entre outras. Os anéis de manilla da África
Ocidental foram uma das moedas usadas
a partir do século XI em diante ara comprar e vender escravos. A moeda africana ainda é notável por sua variedade, sendo que
em muitos lugares diferentes formas de escambo ainda existem.
Cunhagem
Esses fatores levaram à mudança da reserva do valor para o próprio
metal: primeiro a prata, depois tanto a prata quanto o ouro. Os metais eram
extraídos, pesados e estampados em moedas. Isto era para assegurar que o
indivíduo que recebesse a moeda estava obtendo um peso conhecido do metal
precioso. As moedas podiam se falsificadas, mas elas também criaram uma nova unidade de conta, que ajudava a lidar com os
bancos. O princípio de Arquimedes forneceu a ligação seguinte: as moedas agora
poderiam ser facilmente testadas pela sua finura e peso do metal, e assim o valor de uma moeda poderia ser
determinado, mesmo se ela tivesse sido raspada, degradada ou adulterada (ver Numismática).
Na maior parte das grandes economias que usavam moedas, o cobre, a
prata e o ouro formavam três níveis de moedas. As moedas de ouro eram usadas para
grandes transações, pagamento aos militares e apoio às atividades do estado.
As moedas de prata eram usadas para transações de médio porte e como uma
unidade conta para impostos, direitos e contratos, enquanto as moedas de
cobre representavam a cunhagem para transações comuns. Este sistema foi
utilizado na Índia antiga desde a época de Mahajanapadas. Na Europa, este sistema
funcionou no período medieval pois não existia quase
nenhum ouro, prata e cobre novos introduzidos pela mineração ou conquista.
Assim, as razões gerais das três moedas permaneciam aproximadamente
equivalentes.
Papel-moeda
Na China
pré-moderna, a necessidade de crédito e
de um meio circulante que fosse um fardo menos pesado que a troca de milhares
de moedas de cobre levou à introdução do papel-moeda. Este fenômeno econômico
foi um processo lento e gradual que ocorreu a partir do final da Dinastia Tang (618-907) até a Dinastia Song (960-1279). Ele começou
como um meio de os mercadores trocarem moedas pesadas por notas fiscais de depósitos emitidos como notas
promissórias de lojas
de atacados, notas que eram válidas
para uso temporário em um pequeno território regional. No século X, o governo
da Dinastia Song começou a circular essas
notas entre os comerciantes em sua indústria monopolizada do sal. O governo Song
garantia a algumas lojas o direito único de emitir papel-moeda, e no começo
do século XII o governo finalmente assumiu essas lojas para produzir moeda do
Estado. No entanto, as notas emitidas eram ainda somente válidas regional e
temporariamente. Somente a partir de meados do século XIII que uma emissão de
papel-moeda padronizada e uniforme do governo foi considerada uma moeda
aceitável nacionalmente. Os métodos já popularizados de impressão xilográfica e a impressão com prensa móvel de Bi Sheng no século XI foram o ímpeto para a produção
em massa do papel-moeda na China pré-moderna.
Por volta da mesma época no mundo islâmico medieval, uma vigorosa economia
de mercado foi criada durante os
séculos VII a XII à base de maiores níveis de circulação de uma moeda estável
de alto valor (o Dinar). Inovações introduzidas
por economistas, comerciantes e mercadores muçulmanos incluem os primeiros
usos do crédito,[3] cheques, notas
promissórias,[4] contas poupança, contas correntes, empréstimos, taxas de câmbio, a transferência de crédito
e débito,[5] e instituições bancárias para empréstimos e depósitos.[5]
Na Europa, o papel-moeda foi introduzido pela primeira vez na Suécia em 1661.[6] A Suécia era rica em cobre, assim, devido ao valor
baixo do cobre, moedas extraordinariamente grandes (muitas vezes pesando
alguns quilogramas) tiveram de ser feitas.
As vantagens do papel-moeda eram inúmeras: ele reduzia o transporte de
ouro e prata, e assim diminuía os riscos; tornava o empréstimo de ouro e
prata mais fácil, visto que a espécie (ouro ou prata) nunca deixava as mãos
do tomador até que alguém resgatasse a nota; e permitia uma divisão da moeda
em crédito e formas de apoio. Ele também possibilitava a venda de ações de empresas de capital aberto e o resgate dessas ações em
papel.
No entanto, essas vantagens trouxeram também desvantagens. Em primeiro
lugar, visto que uma nota não possui um valor intrínseco, não havia nada que
impedisse as autoridades imprimissem mais notas do que eles tinham em
espécie. Em segundo lugar, como ele aumentava a oferta monetária, ele também
aumentava as pressões inflacionárias, um fato observado por David Hume no século XVIII. O
resultado é que o papel-moeda muitas vezes levava a uma bolha inflacionária,
que poderia colapsar se as pessoas começassem a demandar mais dinheiro,
fazendo a demanda por notas de papel cair a zero. A impressão de papel-moeda
também foi associada com as guerras e seu financiamento, e portanto
considerada como uma parte da manutenção de um exército. Por essas razões, o
papel-moeda foi encarado com suspeita e hostilidade na Europa e América. Ele
também era viciante, visto que os lucros especulativos do comércio e a
criação de capital eram muito grandes. Os grandes países criaram Casas da Moeda para imprimir dinheiro e
cunhar moedas, além de sucursais de seu Tesouro para coletar impostos e
manter estoques de ouro e prata.
Nessa época, tanto a prata quanto o ouro eram considerados curso legal
e aceitos por governos para pagamento de impostos. No entanto, a instabilidade na
razão entre os dois cresceu ao
longo do século XIX, com o aumento do comércio e da oferta de ambos os
metais, particularmente a prata. Esse sistema foi chamado de bimetalismo e a tentativa de criar um
padrão bimetálico no qual tanto o ouro quanto a prata permanecesse em
circulação ocupou os esforços dos inflacionistas. Os governos, nesse
momento, poderiam usar a moeda como um instrumento de política, imprimindo
papel-moeda tal como o Greenback dos Estados Unidos, para pagar por
gastos militares. Eles também poderiam definir os termos pelos quais eles
resgatariam notas por dinheiro em espécie, limitando o valor da compra, ou da
quantidade mínima que poderia ser resgatada.
Em 1990, a maior parte dos países industrializados usavam alguma forma
do padrão-ouro, com notas de papel e
moedas de prata constituindo o meio circulante. Os bancos privados e governos ao
redor do mundo seguiam a Lei de Gresham. Isso não aconteceu em todo
o mundo, ao mesmo tempo, mas ocorreu esporadicamente, geralmente em tempos de
guerra ou crise financeira, começando no início do século XX e continuindo em
vários países até o final do século XX, quando o regime de moedas flutuantes
entrou em vigor. Um dos últimos países a deixar o padrão-ouro foi os Estados
Unidos em 1971.
Atualmente, nenhum país no mundo possui um sistema monetário baseado
no padrão-ouro ou padrão-prata.
Era das cédulas
Uma cédula é um tipo de moeda, e
normalmente usada como dinheiro de uso legal em muitas jurisdições.
Juntamente com as moedas, as cédulas formavam a forma de caixa de todo o dinheiro. A Commonwealth
Scientific and Industrial Research Organisation, da Austrália, desenvolveu a primeira moeda de polímero na década de 1980[7] que entrou em circulação no
bicentenário do país em 1988. Atualmente usada em cerca de 22 países[7] (mais de 40 se contar as
versões comemorativas), as cédulas de polímero aumentam dramaticamente o
tempo de vida útil delas e dificulta a falsificação.
Moedas modernas
Nomes cognatos das moedas do mundo
Atualmente, a Organização Internacional
para Padronização
introduziu um sistema de códigos de três letras (ISO 4217) para definir a moeda[8] (em oposição a nomes
simples ou símbolos
monetários) a fim de remover a
confusão que existe entre dezenas de moedas chamadas de dólar e muitas chamadas de franco. Até a libra é usada em quase uma dezena
de diferentes países, todos, obviamente, com valores completamente
diferentes. Em geral, o código de três letras usa o código de país ISO 3166-1 para as primeiras duas
letras e a primeira letra do nome da moeda (D para dólar, por exemplo) como a
terceira letra. A moeda dos Estados Unidos, por exemplo, é mundialmente
conhecida como USD.[9]
Controle e produção
Na maioria dos casos, cada banco central privado possui um monopólio sobre a oferta e produção
de sua própria moeda. Para facilitar o comércio ente essas zonas monetárias, há diferentes taxas de câmbio, que são os preços aos
quais as moedas (e os bens e serviços das zonas monetárias individuais) podem
ser trocadas em relação a outras. As moedas podem ser classificadas tanto
como moeda flutuante ou moeda fixa baseado em seu regime de câmbio.
Em casos nos quais um país tem controle de sua própria moeda, esse
controle é exercido por um banco central ou por um Ministério das Finanças. Em ambos os casos, a instituição que tem o
controle da política monetária é chamada de autoridade monetária. As
autoridades monetárias possuem graus variáveis de autonomia em relação dos
governos que as criaram. Nos Estados Unidos, o Sistema de Reserva Federal
dos Estados Unidos opera sem a supervisão direta dos poderes legislativo ou executivo.
Uma autoridade monetária é criada e apoiada por seu governo patrocinador,
portanto a independência pode ser reduzida pela autoridade legislativa ou
executiva que a criou.
Agregados monetários
É difícil definir moeda. Por razões práticas, os economistas chegaram a uma
classificação dos diversos tipos de moeda e “quase moeda”, de acordo com a
satisfação dos requisitos de suas principais funções (meio de troca, unidade
de conta e reserva de valor) e com sua liquidez[10]. Alguns agregados mais
comuns são:
Funções da moeda
A moeda tem diversas funções reconhecidas, que justificam o desejo de
as pessoas a reterem (demanda):
·
Meio de troca: A moeda é o instrumento intermediário de aceitação geral, para ser
recebido em contrapartida da cessão de um bem e entregue na aquisição de
outro bem (troca indireta em vez de troca direta). Isto significa que a moeda
serve para solver débitos e é um meio
de pagamento geral.
·
Unidade de conta: Permite contabilizar ou exprimir numericamente os ativos e os
passivos, os haveres e as dívidas.
Esta função da moeda suscita a distinção entre
preço absoluto e preço relativo. O preço absoluto é a quantidade de moeda
necessária para se obter uma unidade de um bem, ou seja, é o valor expresso
em moeda. O preço relativo exige que se considere dois preços absolutos, uma
vez que é definido como um quociente. Assim, P1 e P2 designam os preços
absolutos dos bens 1 e 2, respectivamente. P1/P2 é o preço relativo do bem 1
expresso em unidades do bem 2. Ou seja, é a quantidade de unidades do bem 2 a
pagar por cada unidade do bem 1.
·
Reserva de valor: A moeda pode ser utilizada para acumulação de poder aquisitivo, a
usar no futuro. Assim, tem subjacente o pressuposto de que um encaixe
monetário pode ser utilizado no futuro. Isto porque pode não haver sincronia
entre os fluxos da despesa e das receitas, por motivos de precaução ou de
natureza psicológica. A moeda não é o único ativo a desempenhar esta função;
o ouro, as ações, as obras de arte e mesmo
os imóveis também são reservas de valor. A grande diferença entre a moeda e
as outras reservas de valor está na possibilidade de mobilização imediata do poder de compra (maior liquidez), enquanto os outros ativos têm de ser transformados em
moeda antes de serem trocados por outro bem. [13]
Sachs e Larrain (2000) observam ainda que, em
períodos de alta inflação, a moeda deixa de ser
utilizada como reserva de valor, mas, em outros casos (embora haja ativos tão
seguros quanto a moeda mas que rendem juros), ela é preferida como
reserva de valor por alguns grupos (especialmente aqueles que realizam
atividades ilegais), pois mantém o anonimato de seu dono - ao contrário, por
exemplo, dos depósitos a prazo, que podem ser facilmente rastreados.
A moeda como um bem
O mercado de moeda funciona de maneira muito similar aos demais
mercados: um aumento na quantidade de moeda no mercado diminui seu preço, ou
seja, faz que com ela diminua seu poder de compra.
Oferta de moeda
A oferta de moeda (em inglês, “money supply”) pode ser definida como o
estoque total de moeda na economia, geralmente o estoque de M1. Se a relação
(M1)/(PIB) for muito grande, os juros tendem a cair e os preços a subir, e se
for muito pequena a tendência é oposta. Os bancos centrais controlam a oferta
de moeda principalmente através da alteração da taxa de reservas bancárias
(uma taxa maior de reservas bancárias reduz a oferta de moeda) e da compra e
venda de títulos, mas também através do controle da quantidade de papel moeda
emitido.
Demanda por moeda
Logotipo do câmbio de moedas
A definição de demanda por moeda é similar à definição de demanda por
qualquer outro bem. Ela pode ser definida como a quantidade de riqueza que os
agentes decidem manter na forma de moeda. A maioria dos livros-texto
refere-se à demanda por moeda como uma demanda por encaixes reais. Isso quer
dizer que os indivíduos retêm moeda por aquilo que irão comprar em bens e
serviços, isto é, os agentes econômicos estão interessados no poder aquisitivo
dos encaixes monetários que possuem.
Também é praticamente consenso entre os economistas que a demanda por
moeda é determinada basicamente pela taxa de juros (quanto maior a taxa, menor
o incentivo para reter moeda), pelo nível de preços (que afetaria somente a
demanda nominal por moeda ), pelo custo real das transações (se fosse
possível transformar, imediatamente e sem custos, os fundos em dinheiro, não
seria preciso manter dinheiro, já que seria possível realizar transações com
a transformação do ativo rentável em moeda ocorrendo somente no exato momento
em que ela se mostrasse necessária, o que permitiria que o ativo ficasse mais
tempo rendendo), e pela renda. É importante observar que demanda por moeda
não é igual à demanda por dinheiro. A demanda por moeda M1 pode aumentar e a
demanda por dinheiro diminuir, se as transações forem efetuadas diretamente
entre contas bancárias, sem necessidade de o usuário sacar papel moeda.
Teoria quantitativa da moeda
A moeda é a unidade representativa de valor, aceita como instrumento
de troca. É hoje parte integrante da sociedade, controla, interage e participa
dela, independentemente da cultura. O desenvolvimento e a ampliação das bases
comerciais fizeram do dinheiro uma necessidade. Sejam quais forem os meios de
troca, sempre se tenta basear em um valor qualquer para avaliar outro. Em
épocas de escassez de meio circulante, a sociedade procura formas de
contornar o problema (dinheiro de emergência), o importante é não perder o poder de troca
e compra. Podem substituir o dinheiro governamental: cupons, passes, recibos,
cheques, vales, notas comerciais entre outros.
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Assim, a moeda HUMANA tem valores de formação, vem
de tudo que aconteceu, é nosso retrato psicológico-racional. Se houver
racionais em Gliese, os gliesanos apoiam-se na física-química de lá (que é a
mesma daqui), na biologia-p.2 de lá (que não é mais que semelhante à nossa) e
na psicologia-p.3 de lá (que é muito diferente da nossa).
AS DIMENSÕES DA MOEDA NA TERRA
1.
as
da físico-química geral:
1.1.
até
a nébula de formação;
1.2.
geológicas
(depois da consolidação da Terra);
2.
as
da biologia-p.2 particular:
2.1.
paleontológicas (toda a Vida até os primatas desde há 100 milhões de anos);
3.
as
da psicologia-p.3 particularíssima:
3.1. antropológicas
(dos hominídeos há 10 milhões de anos aos NEMAY neandertais de Eva Mitocondrial
+ Adão Y há 300 mil anos, aos CROM Cro-magnons há 80 mil anos);
3.2. arqueológicas
(desde o começo de construções em Jericó em Israel e de Göbekli Tepe na Turquia
há 12 mil anos);
3.3. geo-históricas
(da invenção da escrita na Suméria e no Egito há 5,5 mil anos).
Assim como no modelo pirâmide TUDO é psicologia em
nosso plano, a moeda É TUDO, quer dizer, diz respeito a tudo, está ligada a
tudo, a toda a nossa construção humana, a tudo que somos.
A moeda brasileira é retrato do que o Brasil é, tanto
o que é mostrado quanto o oculto. É sintomático que desde 1994 se chame REAL,
mostrando que antes disso era tudo fictício.
Quando o Barulhão nos acordou enquanto
possibilidade, nos acordou também enquanto POSSIBILIDADE DE MOEDA, enquanto
expressão e enquanto possibilidade de expressão, enquanto ensinaprendizado
psicológico.
A psicologia da moeda no plano
racional-humano é a psicologia da própria humanidade, de tudo que fizemos, que
fazemos, que faremos.
Serra, domingo, 23 de setembro de 2012.
José Augusto Gava.








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