Saturday, November 23, 2013

Puxempurra Gravinercial (da série Modélo com Modêlo)


Puxempurra Gravinercial

 

Se alguém já falou disso não sei.

Reuni o par polar gravidade e inércia em gravinércia.

GRAVINÉRCIA

GRAVIDADE
GRAVINÉRCIA
Equilíbrio circunlinear.
INÉRCIA
Pseudo-força centrípeta.
Pseudo-força centrífuga.
Para dentro.
Para fora.
CIRCULAR
LINEAR
Descrição: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzg7-51FhNUf0e7GXKuc17rn8umWhEcLNmctJWNrAKEOzTHYpYEeMugJTOGyvdCT_SjGuct-mYq4RAfzTVEn3uxIrtN0XTusH32Uw9mlwk76toPyU-j9FRPqJ-tCzfF8Ee-WFpIQ/s400/Radiacion+centrifuga+y+centripeta.png
Descrição: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/97/Centrifugal_(PSF).jpg/250px-Centrifugal_(PSF).jpg

Quando você diz “para cima” está identificando que mora num mundo, esferóide com centro, este que é “para baixo”. “Para cima” é contra a gravidade, “para baixo” é para onde ela puxa, para onde o campo gravitacional o arrasta.

Naturalmente que no campo inercial isso não faz sentido, daí no toróide de 2001 Uma Odisséia no Espaço Arthur C. Clarke - que era engenheiro e entendia disso – colocar o astronauta fazendo ginástica contra o chão circular, a parede interna do toróide.

Então, a gravidade puxa e a inércia empurra, são campos-forças oposto-complementares que se anulam (a órbita é a soma zero dessa oposição-complementação). Juntas elas puxempurram ou somam zero gravinercial.

ÓRBITAS SÃO SOMAS ZERO (a inércia quer empurrar para longe, a gravidade puxa para baixo, o resultado é a estabilidade provisória, pois a qualquer momento uma ou outra pode prevalecer; nenhum dos 50 mil objetos em volta da Terra é realmente estável) – satélites e objetos em volta do planeta em algum momento vão cair ou se afastar.

Descrição: http://www.apolo11.com/imagens/etc/asteroides_proximos.jpg
Descrição: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgN9Q0CDmeFKBh7goDbZRJOn_Os4WXhtBqhDKeRp0gnPkWeszT6h_4yyO8MNSPvZpB0KvbpW1KoaR8hd_EFmjN7YVDNTh3ASA0uTSURDNo7XRqml4-_LJJGeT9cdVaj0HYvFjf4nw/s400/asteroides-em-volta-da-terra-20100830174553.jpeg
Todos os asteroides descobertos até hoje: em vermelho, os que cruzam a órbita da Terra
Descrição: http://eco4u.files.wordpress.com/2011/08/110809135318_earth304.jpg?w=304&h=304
Satélites (o perigo que colocamos no espaço).
Descrição: Mapa divulgado pela Nasa mostra a população estimada de asteroides atual e a previsão antiga. (Foto: Nasa)
Asteróides orbitantes, antiga e nova avaliação.
Dentro da órbita de Marte encontram-se três diferentes grupos de objetos próximos à Terra (NEOs). Os Amors situam-se entre Marte e a Terra, e não cruzam a órbita da Terra, mas eles ainda podem se aproximar da Terra dentro de um terço de uma unidade astronômica, isto é, 45 milhões de quilômetros. Os Apollos, se encontram principalmente fora das proximidades Terra, mas suas órbitas elípticas atravessam a órbita da Terra em sua “caminhada” para o sol. Alguns asteroides Apollo, incluindo Icarus e Faetonte, cruzam as órbitas de Vênus e Mercúrio em suas viagens em direção ao sol. O terceiro grupo, os Atens, atravessam a órbita da Terra quando se deslocam para fora do afélio (o ponto mais distante do Sol) além da órbita da Terra. Um pouco além do cinturão principal estão os asteroides Troianos, nos Pontos de Lagrange (pontos de cada lado de Júpiter, onde os campos gravitacionais do Sol e Júpiter são tais que pequenos corpos podem permanecer em órbita estável). Os Asteroides Troianos são corpos muito escuros com espectro avermelhado. Não há evidência de água ou matéria orgânica. Estima-se haver milhares e muitos até agora não foram descobertos. Os centauros são corpos com órbitas instáveis entre Saturno e Netuno. Os Centauro, Chiron, foi descoberto em 1977 e classificado como um asteroides. Acredita-se que os centauros fazem parte de um imenso disco de objetos rochosos e gelados, conhecida como cinturão de Kuiper.
NASA estima 4,7 mil asteroides potencialmente perigosos para Terra
17 de maio de 2012
 
Esses asteroides têm órbitas próximas à Terra. Foto: EFE
Esses asteroides têm órbitas próximas à Terra
Foto: EFE
A NASA calcula que há 4,7 mil asteroides potencialmente perigosos para a Terra, segundo os dados da sonda WISE, que analisa o cosmos com luz infravermelha, informou nesta quarta-feira a agência espacial americana. A agência assinalou que as observações da WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer) permitiram a melhor avaliação da população dos asteroides potencialmente perigosos de nosso sistema solar.
Esses asteroides têm órbitas próximas à Terra e são suficientemente grandes para resistir à passagem pela atmosfera terrestre e causar danos se caírem no nosso planeta. Os novos resultados foram recolhidos pelo projeto NEOWISE, que estudou, utilizando luz infravermelha, uma porção de 107 asteroides potencialmente perigosos próximos à Terra com a sonda WISE para fazer prognósticos sobre toda a população em seu conjunto.
Segundo a NASA, há aproximadamente 4.700 deles - com uma margem de erro de mais ou menos 1.500 -, que têm diâmetros maiores de 100 metros. Até o momento, calcula-se que entre 20% e 30% desses objetos foram localizados.
"Fizemos um bom começo na busca dos objetos que realmente representam um risco de impacto com a Terra", disse Lindley Johnson, responsável pelo Programa de Observação de Objetos Próximos à Terra, desenvolvido pela NASA.
No entanto, "temos de encontrar muitos e será necessário um grande esforço durante as próximas duas décadas para encontrar todos os que podem causar graves danos ou ser destino das missões espaciais no futuro".
EFE
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Número de asteroides próximos a Terra é menor do que o estimado

A NASA anunciou que a população de asteroides próximos à Terra é menor que o previsto. O novo "censo" foi obtido graças às observações do telescópio espacial WISE. Os dados do projeto serão divulgados na revista científica "Astrophysical Journal".
censo dos asteroides
© NASA (censo dos asteroides)
Os astrônomos afirmam que a comunidade científica internacional já conhece 93% dos asteroides com comprimento acima de 1.000 metros. São 911 objetos descobertos contra um total 981 estimados. Nenhum deles pode cair na Terra nos próximos séculos, segundo os especialistas.
Saber quem esses "gigantes" são e onde eles estão reduz as chances de um impacto com a Terra que não possa ser previsto. Acredita-se que todos os asteroides acima de 10 quilômetros - que poderiam acabar com a vida na Terra - são conhecidos e monitorados.
Durante o censo, a equipe do WISE considerou os astros que orbitam o Sol a uma distância de 195 milhões de quilômetros. Isso os torna próximos à Terra, que gira ao redor da estrela a aproximadamente 150 milhões de quilômetros.
Já os asteroides médios (entre 100 m e 1.000 m) também são menos frequentes do que se pensava. Existe apenas 19 mil deles perto da Terra, contra os 35 mil imaginados antes dos dados do WISE serem divulgados, mas ainda existem 15 mil a serem descobertos.
A NASA comemorou ter atingido uma meta definida no Congresso dos EUA em 1998, que obrigava a agência a descobrir onde estavam 90% dos asteroides maiores que frequentam a vizinhança terrestre. As informações providas pelo WISE atualizam um monitoramento que já dura 12 anos, antes realizado a partir de instrumentos na Terra.
O telescópio WISE já vasculhou duas vezes todos os céus ao redor de todos os pontos da Terra - entre fevereiro de 2010 e janeiro de 2011. Foram vistoriados 585 asteroides próximos ao planeta durante o projeto. Entre Marte e Júpiter, o equipamento observou 100 mil objetos, cuja região do Sistema Solar possui um cinturão de asteroides.
Para objetos menores que 100 metros, os cientistas afirmam que os dados do WISE não são confiáveis, e acreditam que 1 milhão deles existam perto da Terra. Porém, o instrumento é capaz de detectar objetos mesmo pequenos e distantes, pois detecta o calor que eles emitem captando sinais em infravermelho.
Fonte: NASA

Haver um campo somado gravinercial só está dizendo que NADA no universo é realmente estável, TUDO ESTÁ, tudo é provisório, não-definitivo, transitório. Todos os arranjos (superaglomerados, aglomerados, galáxias até chegar bem embaixo) são mais ou menos breves, efêmeros, inconsistentes, não devem durar, irão acabar algum dia, se dissolverão.

Ninguém fala disso no ensinaprendizado, que é visto, sobretudo, como ensino de coisas empurradas (pelos professores, com inércia), sem gravidade (puxadas pelos alunos). Ninguém nos disse que o universo é tanto instável quanto estável, tanto habitação das catástrofes quanto da uniformidade, que ele é uma disputa contínua, que tudo muda com alguma resistência à alteração. Enganaram-nos e continuam a nos enganar, não nos mostram o universo INTEIRIÇO, só por partes. Não o vemos face a face.

Serra, terça-feira, 09 de outubro de 2012.

José Augusto Gava.

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