Puxempurra
Gravinercial
Se alguém já falou
disso não sei.
Reuni o par polar
gravidade e inércia em gravinércia.
GRAVINÉRCIA
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GRAVIDADE
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GRAVINÉRCIA
Equilíbrio circunlinear.
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INÉRCIA
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Pseudo-força
centrípeta.
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Pseudo-força
centrífuga.
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Para dentro.
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Para fora.
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CIRCULAR
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LINEAR
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Quando você diz
“para cima” está identificando que mora num mundo, esferóide com centro, este
que é “para baixo”. “Para cima” é contra a gravidade, “para baixo” é para onde
ela puxa, para onde o campo gravitacional o arrasta.
Naturalmente que no
campo inercial isso não faz sentido, daí no toróide de 2001 Uma Odisséia no Espaço
Arthur C. Clarke - que era engenheiro e entendia disso – colocar o astronauta
fazendo ginástica contra o chão circular, a parede interna do toróide.
Então, a gravidade
puxa e a inércia empurra, são campos-forças oposto-complementares que se anulam
(a órbita é a soma zero dessa oposição-complementação). Juntas elas puxempurram
ou somam zero gravinercial.
ÓRBITAS
SÃO SOMAS ZERO
(a inércia quer empurrar para longe, a gravidade puxa para baixo, o resultado é
a estabilidade provisória, pois a qualquer momento uma ou outra pode
prevalecer; nenhum dos 50 mil objetos em volta da Terra é realmente estável) –
satélites e objetos em volta do planeta em algum momento vão cair ou se
afastar.
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Todos os asteroides descobertos até
hoje: em vermelho, os que cruzam a órbita da Terra
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Satélites (o perigo que
colocamos no espaço).
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Asteróides orbitantes, antiga e nova avaliação.
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Dentro da órbita de Marte
encontram-se três diferentes grupos de objetos próximos à Terra (NEOs). Os Amors situam-se entre
Marte e a Terra, e não cruzam a órbita da Terra, mas eles ainda podem se
aproximar da Terra dentro de um terço de uma unidade astronômica, isto é, 45
milhões de quilômetros. Os Apollos,
se encontram principalmente fora das proximidades Terra, mas suas órbitas
elípticas atravessam a órbita da Terra em sua “caminhada” para o sol. Alguns
asteroides Apollo, incluindo Icarus e Faetonte, cruzam as órbitas de Vênus e
Mercúrio em suas viagens em direção ao sol. O terceiro grupo, os Atens, atravessam a
órbita da Terra quando se deslocam para fora do afélio (o ponto mais distante
do Sol) além da órbita da Terra. Um pouco além do cinturão principal estão os
asteroides Troianos, nos Pontos de Lagrange (pontos de cada lado de Júpiter,
onde os campos gravitacionais do Sol e Júpiter são tais que pequenos corpos
podem permanecer em órbita estável). Os Asteroides Troianos são corpos muito
escuros com espectro avermelhado. Não há evidência de água ou matéria
orgânica. Estima-se haver milhares e muitos até agora não foram descobertos.
Os centauros são corpos com órbitas instáveis entre Saturno e Netuno. Os
Centauro, Chiron, foi descoberto em 1977 e classificado como um asteroides.
Acredita-se que os centauros fazem parte de um imenso disco de objetos
rochosos e gelados, conhecida como cinturão de Kuiper.
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NASA estima
4,7 mil asteroides potencialmente perigosos para Terra
17 de
maio de 2012
Esses
asteroides têm órbitas próximas à Terra
Foto: EFE
A NASA
calcula que há 4,7 mil asteroides potencialmente perigosos para a Terra,
segundo os dados da sonda WISE, que analisa o cosmos com luz infravermelha,
informou nesta quarta-feira a agência espacial americana. A agência assinalou
que as observações da WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer) permitiram a
melhor avaliação da população dos asteroides potencialmente perigosos de
nosso sistema solar.
Esses
asteroides têm órbitas próximas à Terra e são suficientemente grandes para
resistir à passagem pela atmosfera terrestre e causar danos se caírem no
nosso planeta. Os novos resultados foram recolhidos pelo projeto NEOWISE, que
estudou, utilizando luz infravermelha, uma porção de 107 asteroides
potencialmente perigosos próximos à Terra com a sonda WISE para fazer prognósticos
sobre toda a população em seu conjunto.
Segundo
a NASA, há aproximadamente 4.700 deles - com uma margem de erro de mais ou
menos 1.500 -, que têm diâmetros maiores de 100 metros. Até o momento,
calcula-se que entre 20% e 30% desses objetos foram localizados.
"Fizemos
um bom começo na busca dos objetos que realmente representam um risco de
impacto com a Terra", disse Lindley Johnson, responsável pelo Programa
de Observação de Objetos Próximos à Terra, desenvolvido pela NASA.
No
entanto, "temos de encontrar muitos e será necessário um grande esforço
durante as próximas duas décadas para encontrar todos os que podem causar
graves danos ou ser destino das missões espaciais no futuro".
EFE -
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sexta-feira, 30
de setembro de 2011
Número
de asteroides próximos a Terra é menor do que o estimado
A NASA anunciou que a população de
asteroides próximos à Terra é menor que o previsto. O novo "censo"
foi obtido graças às observações do telescópio espacial WISE. Os dados do
projeto serão divulgados na revista científica "Astrophysical Journal".
© NASA (censo dos asteroides)
Os astrônomos afirmam que a
comunidade científica internacional já conhece 93% dos asteroides com
comprimento acima de 1.000 metros. São 911 objetos descobertos contra um
total 981 estimados. Nenhum deles pode cair na Terra nos próximos séculos,
segundo os especialistas.
Saber quem esses
"gigantes" são e onde eles estão reduz as chances de um impacto com
a Terra que não possa ser previsto. Acredita-se que todos os asteroides acima
de 10 quilômetros - que poderiam acabar com a vida na Terra - são conhecidos
e monitorados.
Durante o censo, a equipe do WISE
considerou os astros que orbitam o Sol a uma distância de 195 milhões de
quilômetros. Isso os torna próximos à Terra, que gira ao redor da estrela a
aproximadamente 150 milhões de quilômetros.
Já os asteroides médios (entre 100
m e 1.000 m) também são menos frequentes do que se pensava. Existe apenas 19
mil deles perto da Terra, contra os 35 mil imaginados antes dos dados do WISE
serem divulgados, mas ainda existem 15 mil a serem descobertos.
A NASA comemorou ter atingido uma
meta definida no Congresso dos EUA em 1998, que obrigava a agência a
descobrir onde estavam 90% dos asteroides maiores que frequentam a vizinhança
terrestre. As informações providas pelo WISE atualizam um monitoramento que
já dura 12 anos, antes realizado a partir de instrumentos na Terra.
O telescópio WISE já vasculhou
duas vezes todos os céus ao redor de todos os pontos da Terra - entre
fevereiro de 2010 e janeiro de 2011. Foram vistoriados 585 asteroides
próximos ao planeta durante o projeto. Entre Marte e Júpiter, o equipamento
observou 100 mil objetos, cuja região do Sistema Solar possui um cinturão de
asteroides.
Para objetos menores que 100 metros,
os cientistas afirmam que os dados do WISE não são confiáveis, e acreditam
que 1 milhão deles existam perto da Terra. Porém, o instrumento é capaz de
detectar objetos mesmo pequenos e distantes, pois detecta o calor que eles
emitem captando sinais em infravermelho.
Fonte: NASA
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Haver um campo
somado gravinercial só está dizendo que NADA no universo é realmente estável,
TUDO ESTÁ, tudo é provisório, não-definitivo, transitório. Todos os arranjos
(superaglomerados, aglomerados, galáxias até chegar bem embaixo) são mais ou
menos breves, efêmeros, inconsistentes, não devem durar, irão acabar algum dia,
se dissolverão.
Ninguém fala disso
no ensinaprendizado, que é visto, sobretudo, como ensino de coisas empurradas
(pelos professores, com inércia), sem gravidade (puxadas pelos alunos). Ninguém
nos disse que o universo é tanto instável quanto estável, tanto habitação das
catástrofes quanto da uniformidade, que ele é uma disputa contínua, que tudo
muda com alguma resistência à alteração. Enganaram-nos e continuam a nos
enganar, não nos mostram o universo INTEIRIÇO, só por partes. Não o vemos face
a face.
Serra, terça-feira,
09 de outubro de 2012.
José Augusto Gava.
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