Enganação, Dolo, Logro: O Aviso da Curva do
Sino
Antes do modelo pirâmide eu pensava,
como todo mundo, em termos de julgamento dos atos. Desde bem cedo já tinha
visto (e discuti com uma namorada, G, que adotava a posição contrária) que nós
também participávamos, enquanto indivíduos, da invenção dos problemas, quer
dizer, não era só a coletividade a culpada, as PESSOAS (indivíduos, famílias,
grupos e empresas) e os AMBIENTES (cidades-municípios, estados, nações e mundo)
eram responsáveis 50/50 por nossas mazelas.
Depois adaptei a Curva do Sino de
Gauss a muita coisa, pois acredito que ela é a solução central em todas as
instâncias.
INSTÂNCIAS
SUPERIORES
![]() |
||
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EXTREMAMENTE
PERNICIOSOS
|
![]() |
EXTREMAMENTE
BENIGNOS
|
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2,5
% + 2,5 % DE ADERENTES
|
2,5
% DA FAIXA
+
2,5 %
|
|
Vai haver dolo!
Inescapável.
A possibilidade do engano, do ardil,
da fraude está no desenho do mundo e só porisso EM ALGUM MOMENTO ele tem chance
de acontecer. Pode não acontecer porque o conjunto é muito pequeno ou porque o
ciclo não se completou. Não é a Lei de Murphy, que é falsa (sabemos disso
porque ela afirma taxativamente que VAI ACONTECER, mas existem limites).
Então, para o Ceará existe também a
possibilidade.
EM VISTA DISSO, não se deve
desconfiar de ninguém, mas sempre guarnecer contra-possibilidades, quer dizer,
deixar um contra-esquema preparado (o seguro é isso). Devem-se prover
soluções-B, soluções-C, etc. Deve sempre haver reservas, contenções, depósitos
de emergência, gente a ser acionada e assim por diante. Defesa estatal.
Estados, como grandes empresas, não
podem dar desculpas, não é aceitável – SEMPRE deve haver alternativas. SEMPRE
devem existir reservas.
Serra, quinta-feira, 25 de outubro
de 2012.
José Augusto Gava.


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