Ensinaprendizado da Socioeconomia
NOV-IDADES
PARA O CEARÁ
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ACOMPANHAR
O ENSINO OBRIGATÓRIO NO BRASIL
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PÓS-CONTEMPORANIZAR
(até
2012, conforme sugeri)
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AS
PARTICULARIDADES CEARENSES
(não foi implantado em lugar
nenhum, sequer é conhecido)
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ENSINO
DE PERGUNTAS PELOS PROFESSORES DO CEARÁ
(como é tradicional)
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APRENDIZADO
DE PERGUNTAS PELOS ALUNOS DO CEARÁ
(isso nunca foi liberado e é
temido)
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E aí vem o compromisso maior:
COMUNICAR DESDE CEDO A TOTALIDADE DAS EXPERIÊNCIAS (mas não as coisas
chocantes, nem assustadoras, nem vergonhosas, nem sexuais, nem acabrunhadoras)
às crianças, desde as mais tenras idades. Essa ADESÃO TOTAL das elites
cearenses ao povo cearense desde a base, desde as crianças, deve acompanhar uma
CONVICÇÃO PROFUNDA da igualdade fundamental de todas as criaturas e em
particular de todos os seres humanos, ou seja, uma nação para um povo, assim
como chegou-se à fórmula “um voto para cada pessoa” (essa é a base da
democracia, a ideia de que não há crítica às diferenças QUANDO ELAS NÃO ATAQUEM
as pessoas e os ambientes fora da lei).
O
CURRÍCULO BRASILEIRO É MUITO EXTENSO E ENSINA UM MONTE DE PORCARIAS (várias outras disciplinas devem
ser introduzidas, como o tributo nas escolas – que passou como Educação
Tributária -, o ensino de trânsito e de mecânica geral, das antigamente
chamadas prendas domésticas, consertos gerais, da música, das leis e da leitura
e assim por diante; é isso que chamei de “pós-contemporanização”, o ensino
pós-1991)
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O
CURRÍCULO BRASILEIRO NÃO FALA DA ESSÊNCIEXISTÊNCIA
(pois
a quase totalidade está servindo a pouquíssimos)
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Acho que os psicólogos deveriam
parar de perder tempo com a análise lingüística de motivos e focar na
nacionalidade, isto é, no pseudo-contrato social que visa à exploração
unilateral causadora de tanto mal representado em favelas, lixões, destruição
da Vida (fungos, plantas, animais e primatas), roubos e furtos, assassinatos, estragos
em geral.
Finalmente, o Ceará (e os demais do
Nordeste) devem se destacar, separar-se do Brasil (não politicamente) enquanto
motivação para a liberdade ou igualdade, reinventar a educação (passando-a ao
ensinaprendizado), preparando-se para nova socioeconomia ou produçãorganização.
Serra, quarta-feira, 07 de novembro
de 2012.
José Augusto Gava.
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