Sunday, July 10, 2016


A Submissão e os Submissos: as Doações dos Obedientes

 

Como quando, na adesão dos alemães a Hitler e seu (nacionalismo alemão, super-afirmação da nação, e socialismo, super-afirmação da sociedade alemã sobre as demais) projeto, as pessoas SE CEDEM E elas cedem também o próximo, entregam-no, traem-no.

Não se tratava só dos judeus (pegaram também os ciganos, os homossexuais, pegariam os negros, depois todos os não-alemães, seus aliados italianos e os japoneses por fim), seriam progressivamente todos, inclusive os alemães, porque como já mostrado a luta pela sobrevivência do mais apto leva à extinção.

Os obedientes, primeiro dão sua vontade, seu querer, seu desejo – são os de Tanatos, não são os de Eros – que Deus deu a partir de sua liberdade, eles abandonam a coisa mais importante de todas, a liberdade, e com ela tudo que é de Deus no DdB, Dicionário do Bem, por exemplo, o amor (os católicos combateram Hitler, mas os protestantes que amam menos, não).

OS GRAUS DA SUBMISSÃO (colocarei só os quadros, não colocarei figuras: isso vai da aceitação até o espancamento de si na autoflagelação e dos outros no chicoteamento e tortura, inclusive isso de BDSM, nem faço questão de saber)

 
 
 
 

Os obedientes doam a sim e aos outros, sobre os quais, claro, não tem autoridade, não podem doar o querer alheio, não é propriedade sua – mas na medida em que se aceita a ditadura estamos aceitando o que ela faz tanto a nós quanto aos outros.

Com relação à ditadura só se pode lutar, brigar até a morte. Compartilhar com a ditadura é contrariar a Deus.

Serra, aniversário de 10 anos da ótima pessoa não-humana Silas (o labrador Pink nose de Gabriel, meu filho) 26 de dezembro de 2015.

GAVA.

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