Sunday, July 10, 2016


O Governo Judeu do Estado Judeu

 

 

No livro de Nicholas Hagger, A Corporação (A história secreta do século XX e o início do governo mundial do futuro), São Paulo, Cultrix, 2009 (sobre original de 2004), ele diz na página 95: “Porém, vale a pena lembrar que a administração bolchevique de Lênin contava com 447 judeus, dos quais muitos também eram Francomaçons, num total de 545 membros” (82 a 18 % dos restantes).

Leia Os Judeus e a Queda da URSS.

Lênin era meio judeu, Trotsky totalmente, Stalin não era (há alguns que dizem que sim), mas pertencia a uma seita caraíta ligada aos judeus.

COMITÊ CENTRAL DA URSS (Isso deve ser melhor investigado e firmemente plantado – parece que há um jogo de fundo, que identifiquei em Alfa Ômega como sendo dos puros contra os impuros, estes apoiados por Adão-Eva) – os 80/20 de Pareto.

80 %
20 %

Eram amplamente dominantes.

Tanto assim que os judeus permaneceram lá.

Será que houve pogroms depois que o governo soviético se instalou? Havia (erradamente, a crueldade é essa tolice universal), não sei se parou de haver; em todo caso a imigração para Israel, já restabelecido desde 1948, só começou muito mais tarde. Era país eslavo grego-ortodoxo tornado ateu pelos novos governantes: faria sentido tentarem suprimir a religião cristã, deixando liberdade de culto aos hebreus.

Tudo isso parece conspiração monstruosa, sem falar em Rothschild’s e Rockfeller’s, que constituem o próximo tema.

Serra, 25 de dezembro de 2015.

GAVA.

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