O Governo Judeu do Estado Judeu
No livro de
Nicholas Hagger, A Corporação (A história secreta do século XX e o início do
governo mundial do futuro), São Paulo, Cultrix, 2009 (sobre original de 2004), ele
diz na página 95: “Porém, vale a pena lembrar que a administração bolchevique
de Lênin contava com 447 judeus, dos quais muitos também eram Francomaçons, num
total de 545 membros” (82 a 18 % dos restantes).
Leia Os Judeus e a Queda da URSS.
Lênin era
meio judeu, Trotsky totalmente, Stalin não era (há alguns que dizem que sim),
mas pertencia a uma seita caraíta ligada aos judeus.
COMITÊ CENTRAL DA URSS (Isso deve ser melhor investigado e firmemente plantado
– parece que há um jogo de fundo, que identifiquei em Alfa Ômega como sendo dos
puros contra os impuros, estes apoiados por Adão-Eva) – os 80/20 de Pareto.
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80 %
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20 %
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Eram
amplamente dominantes.
Tanto assim
que os judeus permaneceram lá.
Será que
houve pogroms depois que o governo soviético se instalou? Havia (erradamente, a
crueldade é essa tolice universal), não sei se parou de haver; em todo caso a
imigração para Israel, já restabelecido desde 1948, só começou muito mais
tarde. Era país eslavo grego-ortodoxo tornado ateu pelos novos governantes:
faria sentido tentarem suprimir a religião cristã, deixando liberdade de culto
aos hebreus.
Tudo isso
parece conspiração monstruosa, sem falar em Rothschild’s e Rockfeller’s, que
constituem o próximo tema.
Serra, 25 de
dezembro de 2015.
GAVA.
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