Sunday, July 10, 2016


Papai Noel

 

ESTE MUNDO É UMA PIADA (mas é preciso saber contá-lo)

O garotinho era filho de contraventor, um bandidaço.
Chegando às vésperas do Natal ele foi escrever sua cartinha para Papai Noel. Sentou-se à mesa com os papéis, tomou a caneta e começou:
- Papai Noel, neste último ano fui bom...
Pensou, amassou e jogou fora o papel.
- Papai Noel, no mais recente semestre fui bom...
Pensou, amassou, jogou fora e assim foi indo com o trimestre, o mês, a semana e o dia.
Foi até o presépio, pegou a imagem que representava Nossa Senhora, amarrou-a com várias voltas de barbante e escreveu:
- Papai Noel, estou com sua mãe, vamos negociar.

Até filho de bandido tem Natal, a marca do nascimento de Jesus (o nome vem de Josué, que significa Salvador), nas minhas contas há 2.025 anos, embora não tenha acontecido nessa data e sim nos dias de passagem do Cometa de Halley (e ele morreu em abril, calculei no Testamento e em Prova DiN).

Fiquei, como tantos, bastante injuriado com as comemorações fajutas forjadas pelos comerciantes, que prostituíram a bela data, divina de fato, como vimos sequencialmente determinando. Não há genuinamente mal em comemorar, pois se trata de mirar a felicidade (que só Deus pode ter realmente, verdadeiramente) em família, com as crianças, até comer e beber em demasia, desde que comedidamente (diabetes é fogo).

Isso pode ser recuperado, é cristão, é universal, é católico e deve ser retrabalhado para a nobreza dos atos e não para a vilania econômica. Tudo pode e dever ser refeito.

Serra, quinta-feira, 24 de dezembro de 2015.

GAVA.

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