Papai Noel
ESTE MUNDO É UMA PIADA (mas é preciso saber contá-lo)
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O
garotinho era filho de contraventor, um bandidaço.
Chegando
às vésperas do Natal ele foi escrever sua cartinha para Papai Noel. Sentou-se
à mesa com os papéis, tomou a caneta e começou:
- Papai
Noel, neste último ano fui bom...
Pensou,
amassou e jogou fora o papel.
- Papai
Noel, no mais recente semestre fui bom...
Pensou,
amassou, jogou fora e assim foi indo com o trimestre, o mês, a semana e o
dia.
Foi até o
presépio, pegou a imagem que representava Nossa Senhora, amarrou-a com várias
voltas de barbante e escreveu:
- Papai
Noel, estou com sua mãe, vamos negociar.
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Até filho de
bandido tem Natal, a marca do nascimento de Jesus (o nome vem de Josué, que
significa Salvador), nas minhas contas há 2.025 anos, embora não tenha
acontecido nessa data e sim nos dias de passagem do Cometa de Halley (e ele
morreu em abril, calculei no Testamento e
em Prova DiN).
Fiquei, como
tantos, bastante injuriado com as comemorações fajutas forjadas pelos comerciantes,
que prostituíram a bela data, divina de fato, como vimos sequencialmente
determinando. Não há genuinamente mal em comemorar, pois se trata de mirar a
felicidade (que só Deus pode ter realmente, verdadeiramente) em família, com as
crianças, até comer e beber em demasia, desde que comedidamente (diabetes é
fogo).
Isso pode
ser recuperado, é cristão, é universal, é católico e deve ser retrabalhado para
a nobreza dos atos e não para a vilania econômica. Tudo pode e dever ser
refeito.
Serra,
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015.
GAVA.
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