Italianíssima
Com meu
ouvido não treinado e sem educação musical, apenas com base em escolha direi
que minhas preferências são estas, tratando-se de variedade expressiva (ritmos
e tons), emoção, aceitação nacional e estrangeira, motivação de apresentação e
tudo isso que faz a gente pegar a fruta no pé ainda, recém saída da
imponderabilidade da pré-maturidade: ou seja, podemos colher?
1.
Brasileiras;
2.
Americanas do norte (as inglesas são a
capanga que vai junto, leva a similitude da vontade do dono; do mesmo modo todo
o mundo anglo-saxão);
3.
Italianas;
4.
Francesas;
5.
Hispano-americanas (bem variadas, mas sem
destino, sem razão, sem finalidade – estão soltas expressivamente, exceto Cambalache,
de Enrique Santos Discépolo);
6.
Africanas, pelos tambores (a imitação de O Rei
Leão é genial);
7.
O resto.
ITALIANÍSSIMA (sou
descendente e suspeito de dizer, mas tento ser parcial sem dar muito na vista)
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Somos de
Treviso, Vêneto.
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Faço de
tudo para parecer desatento, é o sangue.
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Desde
1950.
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É duro ser
gostoso! (Para ser povo que sabe zombar de si, só tendo passado por inúmeras
agruras divertidas).
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Os italianos
entraram na guerra, perderam, mudaram de lado, penduraram Mussolini pelos pés e
saíram vitoriosos, são milhares de anos de composições e acordos, aceitação de
todos e cada um, é um povo estranho mesmo, união da África com a Europa do
Norte: esquisito.
Acho que
está na hora de tentar divertir o mundo de suas dores futuras, há que
reabilitar.
Serra, 25 de
dezembro de 2015.
GAVA.



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