Sunday, July 10, 2016


Italianíssima

 

Com meu ouvido não treinado e sem educação musical, apenas com base em escolha direi que minhas preferências são estas, tratando-se de variedade expressiva (ritmos e tons), emoção, aceitação nacional e estrangeira, motivação de apresentação e tudo isso que faz a gente pegar a fruta no pé ainda, recém saída da imponderabilidade da pré-maturidade: ou seja, podemos colher?

1.       Brasileiras;

2.       Americanas do norte (as inglesas são a capanga que vai junto, leva a similitude da vontade do dono; do mesmo modo todo o mundo anglo-saxão);

3.      Italianas;

4.      Francesas;

5.      Hispano-americanas (bem variadas, mas sem destino, sem razão, sem finalidade – estão soltas expressivamente, exceto Cambalache, de Enrique Santos Discépolo);

6.      Africanas, pelos tambores (a imitação de O Rei Leão é genial);

7.      O resto.

ITALIANÍSSIMA (sou descendente e suspeito de dizer, mas tento ser parcial sem dar muito na vista)

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Somos de Treviso, Vêneto.
http://vinilrecords.com.br/wp-content/uploads/2015/05/italianissima2.jpg?0ceccf
Faço de tudo para parecer desatento, é o sangue.
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/it/4/46/Sanremo15.png
Desde 1950.
http://jpn-tst.mil.up.pt/wp-content/uploads/2014/12/festival2.jpg
É duro ser gostoso! (Para ser povo que sabe zombar de si, só tendo passado por inúmeras agruras divertidas).

Os italianos entraram na guerra, perderam, mudaram de lado, penduraram Mussolini pelos pés e saíram vitoriosos, são milhares de anos de composições e acordos, aceitação de todos e cada um, é um povo estranho mesmo, união da África com a Europa do Norte: esquisito.

Acho que está na hora de tentar divertir o mundo de suas dores futuras, há que reabilitar.

Serra, 25 de dezembro de 2015.

GAVA.

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