O
Mecanismo 26 e as Bombas de Clatratos
O mecanismo de 26 em 26 milhões de anos
descobertos pelos tecnocientistas diz que de tanto em tanto tempo cai um
meteorito grande na Terra; calculei que estamos no meio (contando da queda
atestada pelos Alvarez no Iucatã há 65 milhões de anos: menos 26 dá 39, menos
26 dá 13, aconteceu uma há 13 milhões de anos e acontecerá outra daqui a outro
tanto) de duas quedas.
CLATRATOS
Clatrato
Origem: Wikipédia, a
enciclopédia livre.
Clatratos são
"misturas", onde uma molécula
pequena ou átomo grande, como metano, xenônio, óxido
nitroso ficam presos em cavidades de cristais quando
a solução é resfriada e um dos componentes
se cristaliza.
São
conhecidos clatratos de gases
nobres com água ou quinol (1-4
dihidroxibenzeno). Chegando a proporções como 3 quinol para 1 de gás nobre e
6 de água para 1 de gás nobre.
Os
clatratos de água são erroneamente conhecidos como hidratos, causando
confusão com açúcares (carboidratos). O
mais importante é o hidrato de metano, que é
componente de parte do sedimento do oceano e poderia ser usado como fonte de
energia. Este mesmo clatrato poderia ser usado para facilitar o transporte de
metano, que atualmente é feito através de gasodutos ou
liquefeito a -182,5°C ou em alta pressão (200 bar).
|
|
|
Estão encapsulados em água gelada no fundo
dos oceanos.
|
Essa água é duplamente perigosa: na
dissolução liberará o metano e a quantidade comprometerá os solos.
|
|
[Este aí].
Prof. Dr. Luiz
Carlos Baldicero Molion
Disciplina: Climatologia e Introdução a
Meteorologia (Doutorado em Meteorologia pela University of Wisconsin-Madison,
UW Madison, Estados Unidos)
|
|
Ele falou no Canal Livre, da
Band, e disse que as plantas param de funcionar a 120 ppm de CO2
(estamos a 400 ppm, mas a temperatura está estável há 16 anos – contando para
trás desde 31.05.2012, quando foi dada a entrevista), o mundo tendo chegado a
1.200 ppm há 150/200 milhões de anos, na época dos dinossauros, quando as
plantas ficaram muito maiores (pensei que fosse devido à superpresença de
oxigênio). Ou seja, estamos a 1/3 do máximo que chegou (e favoreceu
extraordinariamente as plantas e as grandes formas de vida).
Agora entendo que o mecanismo de extinção diz
respeito não somente às quedas em si e tudo que causam (veja Teoria das Flechas), como também à
liberação do metano do fundo do mar (ele disse que além de o Sol estar
esfriando em seu período de 90/100 anos, o Oceano Pacífico – que é 1/3 da
superfície da Terra – também está; prendendo ainda mais o metano).
O
MECANISMO DE EXTINÇÃO DE 26/26
|
|
|
|
299
|
|
|
273
|
|
|
247
|
|
|
221
|
|
|
195
|
|
|
169
|
|
|
143
|
|
|
117
|
|
|
91
|
|
|
65
|
|
|
39
|
|
|
13
|
|
|
0
|
Teria de ser pareado, se fosse o caso.
Parece ser isto: a queda das flechas (cometas
e meteoritos) em terra é ruim, mas no mar é péssimo, tanto pela entrega de
energia com as devastadoras consequências próprias quanto porque esquentam tudo
e abrem os clatratos, com enxurrada de seus elementos contidos, por exemplo,
metano, com efeitos ainda mais daninhos, desastrosos mesmo.
Bombas de clatratos.
Estamos em cima delas, basta acender.
Serra, segunda-feira, 21 de dezembro de 2015.
GAVA.






No comments:
Post a Comment