Extrema
Cor-errância
Ó, MEU SENHOR, NESTE
MUNDO (canta
a música italiana – muito legal na sonoridade e no sentido)
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Ó Mio Signore
O mio signore
In questo mondo
Io non ho avuto tanto
Eppure sono contento
Sono contento
O mio signore
Io ti ringrazio
In ogni cose che ho avuto
Grazie per tutto quello
Che tu hai fatto per me
Per me
Però se questa sera
Posso farti una preghiera
Fa che domani
Fa che domani
Lei ritorne da me
Però se questa sera
Posso farti una preghiera
Fa che domani
Fa che domani
Lei ritorne da me
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Oh Meu Senhor
Oh Meu Senhor
Neste mundo
Eu não tive muito
Entretanto, sou feliz
Sou feliz
Oh Meu Senhor
Eu te agradeço
Por cada coisa que eu tive
Obrigado por tudo aquilo
Que você tem feito por mim
Por mim
Mas, se esta noite
Posso fazer uma oração
Faça que amanhã
Faça que amanhã
Ela volte para mim
Mas, se esta noite
Posso fazer um pedido
Faça que amanhã
Faça que amanhã
Ela volte para mim
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A coerência, a decência, as virtudes
não-finitas de Deus, pelo menos como imitação deveriam retornar.
Pois as pessoas expõem as lajotas e os
tijolos sem reboco, desnudos, ao ambiente, enquanto pelo lado de dentro, seu,
fazem de tudo para ficar bem – desprezam o coletivo, depois reclamam que o
mundo está mal.
As cores erram, são as mais esquisitas, agora
que há 16 mil ou 64 mil tonalidades ofertadas pelas máquinas misturadoras de
tintas: muros, portas, portões, telhados, janelas, tudo assume as mais
incoerentes combinações – chega a ser intimidante.
E as casas são feias, tanto isoladas quanto
conjuntamente, construídas sem qualquer cuidado quanto à beleza, quer dizer,
com total desprezo do meio, da convivência, da vida em sociedade. É só passear
com o Google Earth Street View pelas cidades e você irá ver a
tremenda hostilidade do desamor particular e total.
Serra, segunda-feira, 21 de dezembro de 2015.
GAVA.
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