Um
Amor Romântico
NÃO TENHO IDADE (Non ho l’età,
Gigliola Cinquetti) – Vagalume. Ouça em https://www.youtube.com/watch?v=PtbW7zYmYfM
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Non ho l'eta
Non ho l'età, non ho l'età per amarti
Non ho l'età per uscire sola con te
E non avrei, non avrei nulla da dirti
Perchè tu sai molte più cose di me
{Refrain:}
Lascia ch'io viva un amore romantico
Nell'attesa che venga quel giorno, ma ora no
Non ho l'età, non ho l'età per amarti
Non ho l'età per uscire sola con te
Se tu vorrai, se tu vorrai aspettarmi
Quel giorno avrai tutto il mio amore per te
Lascia ch'io viva un amore romantico
Nell'attesa che venga quel giorno, ma ora no
Non ho l'età, non ho l'età per amarti
Non ho l'età per uscire sola con te
Se tu vorrai, se tu vorrai aspettarmi
Quel giorno avrai tutto il mio amore per te
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Não tenho a idade
Não tenho a idade para amá-lo,
não tenho a idade
para sair sozinha com você.
E não teria, não teria nada a dizer-lhe,
porque você sabe
muito mais coisas que eu.
Deixe que eu viva um amor romântico,
na espera que chegue aquele dia,
mas agora não.
Não tenho a idade,
não tenho a idade para amá-lo,
não tenho a idade
para sair sozinha com você.
Se você quer, se você quer esperar-me,
naquele dia terá todo o meu amor pra você.
Deixe que eu viva um amor romântico,
na espera que chegue aquele dia,
mas agora não.
Não tenho a idade,
não tenho a idade para amá-lo,
não tenho a idade
para sair sozinha com você.
Se você quer,
se você quer esperar-me,
naquele dia terá
todo o meu amor pra você.
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Vimos que O Amor é o de Deus, absoluto, não-relativo (não é objeto de
quaisquer relações, humanas ou não, racionais daqui ou de acolá: NUNCA pode ser
expressado na Natureza. O que fazemos, nós aqui, é IMITAR o amor divino, o que
já é uma grande honra.
Portanto, não pode haver UM amor, só O Amor, porque não existem dois,
nem 10, nem 100 mil, só há um mesmo – se só houvesse um edifício no mundo não
usaríamos o número, quando disséssemos Edifício seria só aquele, ninguém
perguntaria qual.
Não pode haver amor diabólico: este é o ódio, o desejo de posse
exclusiva. Por conseguinte, não pode haver amor que não seja doce, macio,
íntegro, familiar, libertador – ele é sempre romântico, puro, constante,
inviolável. Podemos a partir daqui dizer que Deus é romântico.
OS AMORES SÃO
ROMÂNTICOS (quer dizer,
familiares)
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DEUS, AMOR, FAZ SOBREVIVER.
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Filmes românticos, comédias, musicais, as
coisas de quando as pessoas sentiam as maravilhas do universo.
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Família romântica: doce (mas não
edulcorado, não excessivamente doce, não meloso), agradável, infantil, juvenil,
respeitador.
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Fosso intransponível, inultrapassável – os
racionais todos em todos os mundos sentem-se incompletos, fracionados,
pepengas, capengas, faltos de uma perna, são sacis tentando ser engraçados.
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NATUREZA, ÓDIO,
LUTA, CONDUZ À EXTINÇÃO.
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Filmes de vampiros, lobisomens, zumbis,
frankensteins, múmias, bruxas, feiticeiros, tudo que prospera no tempo da
descrença.
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Bando violento, cruel: conflitos, matanças,
veneração da morte e do instinto da morte, louvores aos roubos e furtos,
estupros, desengano.
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O amor
é salvador, o ódio faz declinar, leva aos enfrentamentos totais (estamos a
caminho do pior de todos a partir de 2019).
O amor favorece os direitos de média do
homulher, família, criação das crianças em regime de estabilidade e atencioso
rigor mole.
A dominância de um ou outro grupo de filmes
(e livros e tudo mais) diz a quantas vai a humanidade, se sobe a montanha ou
cai no precipício. Podemos medir a subida ou a descida olhando o ambiente de
mídia, as tecnartes, os conhecimentos (Magia-Arte, Teologia-Religião,
Filosofia-Ideologia, Ciência-Técnica e Matemática: embora as matemáticas sejam
isentas, os matemáticos não são, e servem à Economia da Morte).
Serra, 20 de dezembro de 2015.
GAVA.
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