Velhocidade
Corpomente.
O corpo vai
declinando e a mente fica cada vez mais apurada.
O corpo é
divertido (não se confunda, no nível racional só há racionalidade – a distinção
é posta aqui por conta das necessidades de reprodução do novo corpomente,
versus o foco mental), a mente é prospectiva.
DISTÂNCIA
CRESCENTE (quando se precisa do corpo só se tem mente,
quando se precisa da mente há as decepções da falta de percepção)|
CORPO NO INÍCIO.
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MENTE AO FINAL.
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As dores
começam aos 50.
Talvez seja
justo, porque imagine jovem que no auge da festança começasse a gemer! E velho
que quando devesse pensar fosse saracotear por aí! Deus é corretíssimo, nas
possibilidades nem coloca abóboras enormes que caíssem das árvores, nem nas
ramas do chão jabuticabas que forçassem abaixar tantas vezes para encher o
saco.
Isso sugere
que os jovens não devem pensar e os velhos não devem dançar lambada, mas a
liberdade vem de Deus, é intocável, cada um que faça dentro do senso de
decência do certo-errado.
A velhocidade,
a velocidade-dos-velhos, é boa também, nada da excitante Tour de France, nem
todavia levar seis meses para encontrar uma solução. No final das contas,
também nisso é 50/50, só a Shirley é que precisa ir várias vezes ao acampamento
de verão até perceber que mamãe e papai estão longe, é só não fazer besteira
com as oportunidades.
A SHIRLEY NÃO FICOU SABENDO
Serra, 25 de
dezembro de 2015.
GAVA.





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