Ajuda
Muita
Já fiz esses cálculos repetidamente, vá
procurar ou faça você mesmo: 1/3 é sono, há a educação, o trabalho, os
transportes, as necessidades corpomentais (comer-evacuar, beber-urinar, sexo,
comprar-pagar, etc.), mesmo assim sobra uma quantidade inacreditável de tempo
que é ocupado hoje com a mídia (Internet, Cinema, Revista, Rádio, Jornal, TV,
Livro – esta, poucos para pouquíssimos) e as tecnartes (são 22, vá buscar nos
textos – caramba! Tudo eu, tudo eu).
Se, no barato, sobrarem quatro horas por dia
só para metade da humanidade (em 7,2 bilhões, 3,6 bilhões de indivíduos adultos
– tirando com larga margem os muito jovens e os velhos), teríamos por ano mais
de cinco trilhões de horas de folga.
Vamos pegar 1/10 disso, 500 bilhões de horas/ano
de folga.
Com todo o Conhecimento (Magia-Arte,
Teologia-Religião, Filosofia-Ideologia, Ciência-Técnica e Matemática)
disponível, os 8,0 mil bancos, as 6,5 mil profissões, as 6,0 mil universidades,
todos os governos, todas as empresas, tudo que há, tudo que a humanidade é,
como é que não se consegue ajudar?
ESSE é que é o grande questionamento: por que
a humanidade é triste, por que é isolada, por que não trabalha um tantinho para
resolver definitivamente, por que não se organiza para ser feliz?
Esse é o grande espanto da minha vida.
Quando comecei a buscar a solução geral
deparei progressivamente com essas indagações.
Qual a razão de a ajuda mútua não funcionar e
não resolver os problemas todos pendentes? Muito já é feito, mas muito mais
poderia ser feito, incomparavelmente mais. Não obstante, não é, falta ajuda.
Tive de aprofundar muito mais o MP, Modelo
Pirâmide, para entender.
Serra, 23 de dezembro de 2015.
GAVA.
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