Arco do Diunfo
Dilmandona, depois de
ter elegido Leonel Brizola (aquele que fugiu com o rabo entre as pernas para o
Uruguai antes da Redentora de Primeiro de Abril e anos depois tentou se
apoderar do governo, aquele mesmo do Jangulart e do Grupo dos 11) Herói da
Pátria, desejou erguer em Brasília o Arco do Diunfo, porque não era do Triunfo,
entende? Não eram três, eram dois, ela e Lulambão, uma estátua de cada lado,
uma dela e uma dele. Como é que os franceses, tão espertos, ergueram um Arco do
Triunfo que só tinha duas colunas não dá para entender.
Estátuas GRANDES,
mais de 10 metros de altura, claro, para sustentar a coluna em cima,
simbolizando a Pátria atravessada, contando todos os (maus) feitos durante a
gestão de 16 anos. Quase não deu espaço, teve de fazer apertadinho, figurinhas
assim, destamaninho.
A presid/anta, a
Anta, como era chamada, mandou colocar do lado contrário, do contra, um P e um
T grandes também, da mesma altura, para simbolizar o Perdido dos Trapalhadores,
PT.
O
ARCO DO TRIUNFO FRANCÊS (olha, chamar de três o que é dois é constrangedor, mas
é problema deles)
No caso, aqui, eram
dois.
É, para traçar um
paralelo, como Reagan e Bush-2, só que aqueles dois eram mais espertos e viviam
do seu salário, aliás, muito alto, enquanto os dois daqui viviam do que era dos
outros, e repelavam, ainda por cima. Como disse um pastor, “quem parte e
reparte e não fica com a melhor parte ou é bobo ou não entende da arte”.
Enfim, você sabe...
Era (o Arco do
Diunfo) de ouro batido (tirado dos outros) 18k, também não era assim 24k, de
modo nenhum nada tão ostensivo, era modesto em sua celebração da afanação, do
petralhismo dos PeTralas.
Foi levantado diante
do Congresso para ensinar àqueles pulhas como fazer direito as coisas.
Serra, sexta-feira,
08 de janeiro de 2016.
GAVA.

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