Wednesday, July 06, 2016


Os Erros e a Fúria da Natureza
 
ATÉ ONDE JÁ VIMOS FOI MAIS OU MENOS ISTO (vá ler completo, faça algo, de preferência algo assado) – Deus está por cima, a Natureza está por baixo, é a questão das parcerias. Retirado de Seleção Natural e Evolução e aumentado.
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O coelho da Natureza é o da esquerda.
DEUS.
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Na Natureza é parecido, como computador montado em fundo de quintal.
Em cima todos os possíveis, todas as perfeições de sempre para sempre.
O elemento subsistente, que contém TODAS as possíveis variações, todas as lógicas enquanto vetores das realizações dialéticas ou relacionais inferiores.
PERFEITOS.
Os modelos de Platão.
O poço não-finito inultrapassável.
IMPERFEITOS.
NATUREZA.
As cópias fajutas da Natureza.
Em baixo todas as expressões prováveis, sempre decaídas dos de cima, sempre insuficientes e imperfeitas.
O elemento insubsistente, que aparece e desaparece enquanto necessidades, ao sabor das suficiências de cima, expressando na bifurcação as criações ou sustentações de erros enquanto delimitações dos possíveis que estavam então ofertados.
Em cada bifurcação a Natureza-sombra PODE dar um passo em falso: a soma de pequenos desvios é um PT de rombos na forma do universo.
Eventualmente a Natureza tem mecanismos de reparos, de conserto, por exemplo, o do ADRN, que é copiado bilhões de vezes todos os dias (com 10 trilhões de células, tem de ser, se tudo é substituído em sete anos). Na psicologia mais ainda, pois a velocidade é maior.
E ESSES SÃO OS RACIONAIS!
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Esparadrapo de parede.
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É isso que chamam de “meia água”.
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Tô inclinado a não ir.
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Um cantinho para chamar de seu.
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Porta merda!
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A engenharia me faz vibrar.
A Natureza erra, tenta consertar, erra de novo, etc. A soma de todos os erros é o mundo tal como o vemos: depois de 13,73 bilhões de anos não tem mesmo como parecer com o de cima. Por fim, o malfeito acaba transparecendo, como a barragem SAMARCO (Vale e anglo-australiana BHP Billiton) de Mariana que rompida envenenou o rio, Doce de tanta gente: rompe e derrama veneno nos ambientes e nas pessoas. A fúria da Natureza não é nada mais que a soma dos erros, irrompendo no que não estava pré-visto, não estava enquadrado nas expressões das possibilidades perfeitíssimas de Deus.
A Natureza vaza em fúria, ela derrama, inunda, acaba com tudo que era antes, extinguindo os vivos como extinguirá os racionais. Então, o propósito não é viver para sempre, é durar, é evitar tanto quanto possível a adição desagregadora de erros, colocando redundância, corrigindo continuamente.
Serra, 12 de dezembro de 2015.
GAVA.

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