Sunday, July 10, 2016


Pro Fundo do Inferno

 

Estou escrevendo o MP, Modelo Pirâmide, desde julho/1992, mais de 23 anos, então, 281 meses, quase 8,5 mil dias transcorridos (fiquei alguns sem escrever quando fui operado do coração, mas eles se perdem nesses – e também quando estava nos plantões dos postos fiscais, não havia ainda computador, nem seria adequado): para saber quantos escrevi realmente seria preciso percorrer os textos, eles foram datados.

COMO É SABIDO O QUE NOS SALVA É A DISTRIBUIÇÃO DOS NORMAIS (os anormais nos impedem de prosseguir, como pesados vagões que são, é preciso fazer muita força para levar a locomotiva e a eles, o motor tem de trabalhar em dobro)

http://www.apoie.org/CurvaNormal.gif
Vagões.
Locomotiva.
Pesadíssimos
Pesados
Médios
Leves
Levíssimos

50 % nos arrastam para o fundo do inferno, profundas do inferno.

Na medida em que investigava os assuntos, vi isso claramente, só que todo mundo tem um pouco de bom e de ruim, daí ser necessário preservar o BEM e o BOM e não as pessoas naquilo que tem de ruim e de mal.

Podemos descartar o mal e o mau e ficar com o que é bom em cada um, ensinando essa parte à geração seguinte.

Deixar o inferno queimar no verão sem protetor solar e ir voar no azul.

FILHO DO AZUL (Domenico Modugno)

Nel Blu Dipinto Di Blu
 
Penso che un sogno così non ritorni mai più
Mi dipingevo le mani e la faccia di blu.
Poi d'improvviso venivo dal vento rapito,
E incominciavo a volare nel cielo infinito.
Volare... oh, oh!...
Cantare... oh, oh, oh, oh!
Nel blu, dipinto di blu
Felice di stare lassù.
E volavo volavo felice più in alto del sole ed ancora più su,
Mentre il mondo pian piano spariva lontano laggiù,
Una musica dolce suonava soltanto per me.
Volare... oh, oh!...
Cantare... oh, oh, oh, oh!
Nel blu, dipinto di blu,
Felice di stare lassù.
Ma tutti sogni nell'alba svaniscon perché,
Quando tramonta, la luna li porta con sé,
Ma io continuo a sognare negli occhi tuoi belli,
Che sono blu come un cielo trapunto di stelle.
Volare... oh, oh!...
Cantare... oh, oh, oh, oh!
Nel blu degli occhi tuoi blu,
Felice di stare quaggiù.
E continuo a volare felice più in alto del sole ed ancora più su,
Mentre il mondo pian piano scompare negli occhi tuoi blu,
La tua voce è una musica dolce che suona per me.
Volare... oh, oh!...
Cantare... oh, oh, oh, oh!
Nel blu degli occhi tuoi blu,
Felice di stare quaggiù.
Nel blu degli occhi tuoi blu,
Felice di stare quaggiù,
Con te!
No Azul Pintado de Azul
 
Acho que nunca mais vou ter um sonho assim
Eu pintava minhas mãos e o rosto de azul
Depois de repente eu era carregado pelo vento,
E começava a voar no céu infinito.
Voar... oh, oh! ...
Cantar... oh, oh, oh, oh!
No azul, pintado de azul,
Feliz por estar lá em cima.
E voava, voava feliz mais alto que o sol e ainda mais alto,
Enquanto o mundo pouco a pouco desaparecia longe lá em baixo,
Uma doce música tocava só pra mim.
Voar... oh, oh! ...
Cantar... oh, oh, oh, oh!
No azul, pintado de azul,
Feliz por estar lá em cima.
Mas todos os sonhos se esvaem na madrugada por que
Quando o Sol se põe a Lua o leva consigo,
Mas eu continuo a sonhar nos teus belos olhos,
Que são azuis como um céu repleto de estrelas.
Voar... oh, oh! ...
Cantar... oh, oh, oh, oh!
No azul dos teus olhos azuis,
Feliz por estar aqui embaixo.
E continuo a voar feliz mais alto que o Sol e ainda mais alto, Enquanto o mundo aos poucos desaparece nos teus olhos azuis,
A tua voz é uma doce música que toca pra mim.
Voar... oh, oh! ...
Cantar... oh, oh, oh, oh!
No azul dos teus olhos azuis,
Feliz por estar aqui embaixo.
No azul dos teus olhos azuis,
Feliz por estar aqui embaixo,
Com você!

Acho que com aquele amor desbragado ensinado por Jesus devemos amar, evitar embarcar no trem do inferno que vai pro fundo, profundo. Depois de tantos milhares de páginas esse é o conselho que me dou, evitar o inferno, evitar o mal-mau, evitar falar com ele, evitar até falar dele.

Serra, 27 de dezembro de 2015.

GAVA.

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