Mamãe,
Encolhi o Universo
Quando comecei a pensar havia toda essa
coisa, agora reduzida à utilidade mínima, a existência retornada à essência ou
semelhança dela.
REDUÇÕES
PARA O REAL
- Não existem passado ou futuro, somente o presente (na FC muito doidona era um tal de viajar para o passado e o futuro que não tinha fim!);
- Não há buraco de minhoca (wormhole, buraco de verme) nenhum (iria para onde, se tudo é espacial-esférico?);
- Os buracos negros enquanto tais não passam de estupidez, são esferas negras (eles não dão vazão a outros universos, comprimem na direção-sentido do nada, do negror pontual interior);
- Não há outros universos coexistindo, exceto o ainda não sondado par deste em que estamos;
- Não há “outras dimensões” que possam ser habitadas, o que pode haver são presenças não sentidas de seres mais avançados nesta mesmo em que estamos;
- Ao contrário do que Einstein dizia, a simultaneidade existe, mas uma só no HS, Horizonte de Simultaneidades, que denominaram HP, Horizonte de Planck, onde há troca geral de informações;
- Não há “d” dimensões, nem quatro nem cinco, apenas três (espaço vetorial com três marcas, tempo pontual, velocidade vetorial);
- O espaço não encurta, o tempo não dilata, o coração do viajante é que bate mais divagar em relação ao meio, ONDE ESTÁ INSERIDO;
- O tempo (ao contrário do que dizem Stephen Hawking e outros) não é flecha, é ponto, é pulso, 1044 pulsos (p) / s;
- A gravidade nunca desaparece (pode deixar de operar na ausência do bóson de Higgs), ela é compactada na esfera de 10-9 m de diâmetro limite do universo em que estamos; o que desaparece e é manifestada nas oscilações de existência é a inércia;
- Gravinércia é a soma zero de gravidade & inércia;
- Deus dos possíveis é o elemento subsistente (chame como quiser) par da Natureza-sombra porventura existente, insubsistente, dos prováveis expressos;
- Não existem “e” tipos de energia, somente duas no centro (gravidade-inércia) e quatro verdadeiras derivadas delas;
- Não há “r” retas numéricas, sequer uma só, o que existe é o sequenciamente cardinal dos números naturais;
- A Matemática é o elemento central, ela é descoberta, não é inventada, existe desde sempre, sempre agoraqui, para sempre depois;
- O ser humano não é o ponto final, é só trajeto;
- Deus não existe, ele é, é essência; o que existe é a Natureza que eventualmente desaparece;
- Deus não é o criador, criadora é a Natureza em evolução ao acaso das obras erradas, imperfeitas, mãe das injustiças;
- Muito mais conclusões.
Então, como o personagem do filme Querida, Encolhi as Crianças, encolhi o
universo para ele voltar a ser somente o que é, não as loucuras expansivas da
humanidade que vive contrariando a filosofia ocaniana.
Aqueles excessos viviam consumindo memória da
gente, usando indevidamente a inteligência para buscar o inexistente.
Agora simplificamos.
Vamos recomeçar.
Serra, terça-feira, 08 de dezembro de 2015.
GAVA.
No comments:
Post a Comment