Corrup/sonhos
No Brasil há menos de 5,6 mil municípios.
Supondo 10 vereadores em média, seriam 56 mil.
Se cada vaga tivesse em média três concorrentes, teríamos 168 mil concorrendo; juntando deputados estaduais e federais, senadores, prefeitos, governadores e presidente, pode ser que cheguem a 200 mil entre oportunistas e não-oportunistas.
As eleições são realizadas de dois em dois anos, alternadamente os cargos municipais-urbanos e os estaduais-nacionais, gastando o dobro dos recursos para movimentar as urnas e o programáquina apurador, agora eletrônico, muito rápido.
Os candidatos ficam três meses sem trabalhar, dedicados a essa causa própria, espúria para tantos, a de se representar e se candidatar à roubalheira.
200 mil candidatos, homens e mulheres; sendo quase 200 milhões os brasileiros, um para cada mil habitantes ou 1/1.000 ou 0,1 % de todos. É muita gente, uma parte notável pirateando a nação, construindo o excesso de 4,2 milhões de leis desde a constituição federal de 1988. Essa porção de malandros não apenas se candidata a aposentadoria em apenas dois mandatos (oito anos), como também a todas as mordomias, que consomem um dinheirão do povo suado, o que labuta mesmo.
E rouba.
Rouba ou sonha roubar. Entra pobre (como Quércia, como Maluf, como Serra e outros) e alguns saem riquíssimos (como o Barbalhão, o Sarninha, o Lulambão, o FHCB e outros).
OS POLÍTICOS MAIS RICOS DO BRASIL (os que declaram e os que não declaram)
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segunda-feira, 10 de maio de 2010.
Esta lista baseia-se no patrimônio dos citados políticos referentes ao ano de 2007.
Lembrando que o Top 10 dessa semana não tem o intuito de denunciar (o que será feito em outra oportunidade) visto que muitos deputados são empresários, industriais, fazendeiros ou profissionais autônomos em geral, o que justifica (ou pode justificar) seus (consideráveis) patrimônios.
10º lugar - Dilceu Sperafico
Partido: PP
Naturalidade: Santa Rosa/RS Profissões: Agropecuarista, industrial, bacharel em Direito e filósofo Patrimônio: 10 milhões e 300 mil reais
9º lugar - Paulo Magalhães
Partido: DEM Naturalidade: Salvador/BA Profissões: Administrador de empresas Patrimônio: 14 milhões e 100 mil reais
8º lugar - Tatico
Partido: PTB
Naturalidade: Teixeiras/MG Profissões: Fazendeiro e comerciante Patrimônio: 17 milhões e 800 mil
7º lugar - Carlos Bezerra
Partido: PMDB
Naturalidade: Chapada dos Guimarães/MT Profissões: Industrial, advogado e professor Patrimônio: 18 milhões e 400 mil reais
6º lugar - José Chaves
Partido: PTB
Naturalidade: Recife/PE Profissão: Engenheiro civil Patrimônio: 22 milhões e 700 mil reais
5º lugar - Eunício Oliveira
Partido: PMDB
Naturalidade: Lavras da Mangabeira/CE Profissões: Agropecuarista e empresário Patrimônio: 25 milhões e 600 mil reais
4º lugar - Sandro Mabel
Partido: PR
Naturalidade: Ribeirão Preto/SP Profissão: Administrador de Empresas Patrimônio: 69 milhões e 800 mil reais
3º lugar - Alfredo Kaefer
Partido: PSDB
Naturalidade: Roque Gonzales/RS Patrimônio: 72 milhões e 200 mil reais
2º lugar - Odílio Balbinotti
Partido: PMDB
Naturalidade: Gaurama/RS Profissões: Agropecuarista e empresário Patrimônio: 123 milhões e 800 mil reais
1º lugar - Camilo Cola
Partido: PMDB
Naturalidade: Conceição do Castelo/ES Profissões: Industrial, administrador rural e empresário (transporte) Patrimônio: 259 milhões de reais | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Lista mostra a valorização patrimonial e os bens dos dez mais ricos do Congresso
Wanderley Preite Sobrinho, do R7
Agência Câmara
Tem parlamentar dono de uma casa de R$ 4,1 milhões, outro com uma fazenda de R$ 10 milhões
Que o salário de deputados e senadores é bem mais gordo que as cifras no contra cheque da maioria dos brasileiros todo mundo sabe. O que pouca gente imagina é que, para os dez mais ricos do Congresso, os R$ 26 mil de salário não fazem a menor diferença no final do mês.
Na tabela abaixo, você confere o ranking dos dez parlamentares mais endinheirados do Brasil - segundo levantamento do site Congresso em Foco - e a valorização patrimonial desses políticos entre as eleições de 2006 e 2010, apurada pelo R7.
Tem o caso do senador mato-grossense Blairo Maggi, do PR, que viu sua fortuna pular de R$ 33,4 milhões para R$ 152,4 milhões em quatro anos; o do deputado federal mineiro Newton Cardoso (PMDB), que ficou cinco vezes mais rico entre 2006 e 2010 e o do deputado goiano Sandro Mabel (PR), que tem participação em 16 empresas. Há outros sete exemplos, nenhum deles contestado pelas assessorias dos políticos, todas consultadas pela reportagem.
Veja o ranking dos dez parlamentares mais ricos do Congresso em 2010:
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LULAMBÃO FOI COLOCADO NA FORBES (é verdadeira a notícia?)
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Por Geraldo Almendra (*)
Pode um cidadão eleito presidente e pertencente à classe média baixa, se tornar, em dois mandatos presidenciais, em um bilionário apenas com seus rendimentos e benefícios do cargo?
A resposta é sim. O ex-presidente Lula é um suposto e exemplar caso desse milagre financeiro, tendo-se como base as denúncias recorrentes já feitas pela mídia.
Conforme amplamente noticiado em algumas ocasiões uma conceituada revista - a Forbes – trouxe à tona esse tema, reputando a Lula a posse de uma fortuna pessoal estimada em mais de U$ 2 bilhões de dólares, devendo-se ressaltar que a primeira denúncia ocorreu ao que tudo indica em 2006, o que nos leva a concluir que a “inteligência financeira do ex-presidente” já deve ter mais que dobrado esse valor, na falta de uma contestação formal e legal do ex-presidente contra a revista.
Estamos diante de um suposto caso em que o silêncio pode ser a melhor defesa para não mexer na panela apodrecida dos podres Poderes da República, evitando as consequências legais pertinentes e o inevitável desgaste perante a opinião pública.
Nesta semana a divulgação pelo Wikileaks de suspeitas - também já feitas anteriormente - de subornos envolvendo o ex-presidente nas relações de compras feitas pelo desgoverno brasileiro em relação a processos de licitações passados, ou em andamento, nos conduz, novamente, e necessariamente, a uma pergunta não respondida:
Como se explica o vertiginoso crescimento do patrimônio pessoal e familiar da família Lula?
O que devem estar pensando os milhares de contribuintes que têm suas declarações de renda rejeitadas e são legalmente, todos os anos, obrigados a dar as devidas satisfações à Receita Federal sobre crescimentos patrimoniais tecnicamente inexplicáveis, mas de valor expressivamente menor do que o associado ao patrimônio pessoal e familiar do ex-presidente?
A resposta é simples e direta: tudo isso nos parece ser uma grande e redundante sacanagem com todos aqueles que trabalham fora do setor público - durante mais de cinco meses por ano - para ajudar a sustentar aquilo que a sociedade já está se acostumando a chamar de covil de bandidos.
A pergunta que fica no ar é sobre que atitudes deveriam e devem tomar o Ministério Público, a Receita Federal, O Tribunal de Contas e a Polícia Federal diante de supostas e escandalosas evidências de enriquecimento ilícito de alguém que ficou durante dois mandatos consecutivos no cargo de Presidente da República?
Na falta de atitudes investigativas ou consequências legais, como sempre, a mensagem que o poder público passa para a sociedade é de uma grotesca e sistemática impunidade protetora de todos, ou quase todos, que pactuam com a transformação do país em um Paraíso de Patifes.
No Brasil, cada vez mais, a corrupção compensa e as eventuais punições já viraram brincadeira que nossa sociedade, no cerne dos seus núcleos de poder públicos e privados aprendeu: a impunidade a leva a se nivelar por baixo aceitando que roubar o contribuinte já se tornou um ato politicamente correto para que a o projeto de poder do PT – um Regime Civil Fascista fundamentado no suborno e em um assistencialismo comprador de votos –siga inexoravelmente avante.
A omissão do Poder Público diante da absurda degeneração moral das relações públicas e privadas somente nos deixa uma alternativa de qualificação: estamos diante do Poder Público mais safado e sem vergonha de nossa história.
A propósito quem roubou o crucifixo do gabinete presidencial no final do desgoverno Lula?
(*) Economista e Professor de Matemática, Petrópolis
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Na juventude eles miram entrar em alguma panela e cozinhar nela seus sonhos de vender votos como legisladores em troca de alguma vantagem ou no Executivo realizar obra que possibilite o caixa dois (eram 10 %, passou a 20 % com Robson Vintinho, agora é caixa dois porque é “um procê, um pra mim”).
Já vão instruídos, já pensam desde cedo em entrar para roubar.
Sonham em se corromper.
A família fica feliz quando vencem as eleições, porque o futuro está garantido, dali para frente é só felicidade.
Serra, quarta-feira, 19 de setembro de 2012.
José Augusto Gava.
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