Segunda Fundação
Como em Asimov, Cristo estabeleceu uma Segunda
Fundação (claro que antes, mais de 1900 anos), uma reserva, um amparo escondido
que gerisse sem se manifestar toda a Criação até a época da colheita.
ISAAC
ASIMOV (falou
muito depois; claro que ele não sabia) – é preciso ler e reler. É uma aula de
teologia-religião, assim como Duna de Frank Herbert é uma aula de
política-administração.
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Primeiro foram três-em-um.
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Depois propagou para sete.
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Mulo = MODELO na Rede Cognata.
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Série da Fundação
Origem:
Wikipédia, a enciclopédia livre.
A série
da Fundação, escrita por Isaac
Asimov é uma obra de Ficção Científica que descreve
em detalhes a história de um futuro distante e de como o destino de seus
habitantes é influenciado por uma instituição chamada Fundação
Enciclopédica.
O
objetivo de Asimov ao escrever o primeiro livro da série era descrever em
detalhes a queda de um Império
Galático e o surgimento de outro, tomando como inspiração a
queda do Império Romano. O
personagem central da série chama-se Hari Seldon que embora só apareça
pessoalmente em três dos livros influencia toda as obras da Fundação através
da ciência que desenvolveu: a Psico-história.
A Psico-história
seria um misto de sociologia e matemática.
Aplicando fórmulas matemáticas a acontecimentos de seu presente, Seldon
conseguia calcular acontecimentos futuros e assim permitir ou tentar evitar
que viessem a se confirmar.
As
previsões feitas por Hari Seldom eram todas baseadas em estatísticas e
probabilidades. A Psico-história usava desses elementos matemáticos aplicados
às massas. Funcionava apenas para sociedades inteiras. Para uma elaboração
matemática precisa, era necessário que fosse feita a avaliação sociológica,
cultural e econômica de sociedades com muitos milhões, ou bilhões de
indivíduos. Era totalmente ineficaz a tentativa de aplicar a Psico-história a
indivíduos, porque o indivíduo é imprevisível.
Estes
são os livros que formam a série da Fundação:
Fundação
Os Psicohistoriadores
O
psico-historiador Hari Seldon é levado a julgamento por suspeita de traição
contra o Império Galáctico. Durante o julgamento ele revela que certos
resultados obtidos através da Psico-história apontavam para uma iminente
desintegração do Império Galáctico.
Após
o julgamento, no qual é inocentado, Seldon dialoga com o Comissário Chen (uma
figura influente do Império) sobre uma saída para evitar a queda do Império.
Para Seldon a queda do Império em cerca de mil anos é inevitável, mas seus efeitos
poderiam ser minimizados se uma instituição compilasse o máximo de
conhecimento humano possível, para que não se perdesse durante as guerras que
viriam. Decide-se pela criação de uma Fundação Enciclopédica chamada Primeira
Fundação, com sede no planeta Terminus. (Chen escolheu o planeta
por ficar na periferia da Galáxia longe da capital do Império, Trantor,
mas na verdade Seldon influenciou secretamente essa escolha).
Assim
a Fundação surge e começa a editar a Enciclopédia Galáctica. Cerca de
dois anos depois Seldon morre. Antes disso revela a seu ajudante Gaal Dornick
que existe uma Segunda Fundação, "no outro extremo da galáxia, no
fim de todas as estrelas".
Os Enciclopédicos
Cinquenta
anos após a inauguração da Fundação, o Império Galáctico já perdeu o controle
da periferia. A Fundação se encontra sob ameaça de ser anexada pelo planeta Anacreon.
O conselho que governa a fundação ainda acredita que Trantor intervirá por
eles, mas o prefeito da Fundação, Salvor Hardin, discorda. É nessa época de
tensão ainda, que se espera a abertura de um cofre, chamado Cofre do tempo,
planejada enquanto Seldon ainda estava vivo.
O
cofre guarda um aparelho de hologramas, que
reproduz uma mensagem gravada por Hari Seldon, na qual revela que os
objetivos da fundação conhecidos até então eram uma farsa, e que sua real
tarefa era seguir o Plano de Seldon.
O
Plano de Seldon foi traçado prevendo-se o futuro provável da história e com o
objetivo de assegurar o rumo que este deveria tomar: um novo Império Galático
sob o comando científico da Fundação.
Com
essas revelações, o conselho não tem outra escolha que não apoiar o ponto de
vista de Hardin. Cabe a Hardim então resolver essa primeira crise-Seldon
(nome dado às crises previstas pelo plano de Seldon). Sabendo que os reinos
periféricos não possuem energia atômica, Hardin convenceu os reinos vizinhos
de Anacreon do perigo da Fundação e de sua energia nuclear cair em seu poder.
Trinta anos depois a Fundação já mantém o controle dos reinos periféricos
através da dependência tecnológica.
Os Prefeitos
Salvor
Hardin, agora como prefeito da fundação, estabeleceu uma "Religião da
Ciência", por meio da qual, como sumo-sacerdote, controla os reinos
circundantes, através do medo e do misticismo. O Cofre de Seldon abre-se mais
uma vez, e a mensagem alerta que apesar de terem controlado o poder temporal
pelo poder espiritual, tudo que conseguiram foi um novo equilíbrio. Seldon
alerta que o Nacionalismo será a próxima prova que enfrentarão.
Os Comerciantes
Com o
monopólio quase absoluto do conhecimento cientifico, a fundação estabelece
frotas de mercadores que comerciam com locais cada vez mais longe do que a
periferia dos quatro reinos a que estavam circunscrito inicialmente.
Em
meio aos comerciantes legítimos, agentes secretos da Fundação trabalham no
sentido de manter a ampliar o poder da Fundação.
Os Príncipes Mercadores
O
poder economico da Fundação aumenta e surgem os Príncipes Mercadores, o
principio da Burguesia que se forma. Entretanto havia aqueles que não se
desapegavam ao antigo controle religioso. O conflito entre estas duas formas,
é mais uma crise Seldon que é resolvida.
Fundação e Império
O General
Decorridos
duzentos anos, a Fundação era o Estado mais poderoso da Galáxia, com exceção
dos remanescentes do Império, que ainda controlava um terço da Galáxia. Surge
o General Bel Riose, o último imperial, um homem extraordinário em um tempo
de decadência. Entretanto ele pode por em perigo os planos de Seldon ao
atacar a Fundação.
O Mulo
O
Mulo era um mutante, que tinha o poder de fazer com que todas as pessoas com
quem tinha contato passassem a lhe ser fiéis. A narrativa da história é
concentrada em Bayta e Toran, um casal de Terminus. Por não poder
resistir-lhe, a Fundação cai em poder do Mulo.
Segunda Fundação
A Investigação do Mulo
O
Mulo venceu a Fundação e tomou o poder, mas para que sua vitória fosse
completa, ele precisava encontrar e vencer a Segunda Fundação.
Investigação efetuada pela Fundação
O
Mulo a despeito de seus poderes não estabeleceu uma dinastia, sendo estéril,
após a sua morte a Fundação ressurge, ainda mais poderosa que antes. Só que
agora a Fundação esta ciente da Segunda Fundação, que acredita ser sua rival.
Assim, a neta de Bayta, Arcardia, tenta conseguir o que sua avó não
conseguiu, encontrar a localização da Segunda Fundação.
Fundação II
A
decisão de um só homem, decidindo o futuro da Galáxia!
Ao
contrário dos anteriores, fundação II não se trata de uma série de histórias,
mas uma única. Aos quinhentos anos da Fundação, Golan Trevize, um conselheiro
de Terminus cai em desgraça e é exilado pela Prefeita. Dão-lhe uma nave e uma
missão: Procurar pela Segunda Fundação. Só poderia voltar caso a encontrasse.
Como disfarce, leva um historiador, Janov Pelorat, obcecado pela procura do
planeta original da humanidade, a Terra, que desde o final do império não se
sabe a localização. Assim, oficialmente, Trevize e Pelorat vão a procura da
Terra, e no seu caminho passam em muitos planetas, inclusive Trantor e
Comporellon.
Trevize
e Pelorat acabam encontrando Gaia, o planeta vivo, onde todos os seres vivos e até os
inanimados compartilham uma consciência, com poderes suficientes para alterar
a mente de qualquer ser humano.
No
climax do livro, Trevize é chamado a escolher entre a Fundação, A segunda
Fundação e Gaia, como modelos para o futuro da humanidade.
A Fundação e a Terra
Golan
Trevize parte de Gaia, a fim de encontrar a terra. Ao contrário do que tinha
ficado estabelecido, Pelorat e Bliss (Gaia) viajam com Trevize. No caminho
para a terra passam pelo planeta de Baley, por Aurora, Solaria,
Alfa de Centauro e finalmente chegam à Terra onde encontram R.
Daneel Olivaw.
A Franquia Fundação
Outros
autores escreveram livros ou contos compatíveis com a série Fundação. Dentre
estes destacam-se os contos de Orson
Scott Card e Harry
Turtledove da coleção Foundation
Friends, e a trilogia Foundation
and Robots, de Gregory Benford, Greg Bear e David
Brin.
A Trilogia encadernada
Em Junho de
2009, a editora Aleph (Brasil) relançou a Trilogia, reeditada e com nova
tradução. Foi lançado em formato box, com os três livros em separado.
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Diz Geoffrey Blainey em seu livro Uma
Breve História do Cristianismo, São Paulo, Fundamento, 2012 (original
inglês de 2011), página 29: “As mulheres também se sentiam atraídas por Jesus e
por seus ensinamentos”.
E na página 32: “Essa não foi a
única ocasião em que Jesus recebeu a homenagem de uma admiradora”.
“Algumas mulheres que se sentavam à mesa
reconheceram no gesto uma referência à unção dos reis de Israel e aplaudiram em
silêncio”.
As mulheres o rodeavam porque ele trazia essa
mensagem libertadora, que depois de tanto tempo realmente as libertou. Eram
discípulas, estavam ao pé da cruz, foram as primeiras a vê-lo na ressurreição:
para onde foram? Supostamente São Pedro as colocou de banda, as excluiu do
poder, mas Cristo não deixava ponto sem nó, ele falava esotericamente (para
dentro) aos discípulos, discípulas e aos apóstolos (e às apóstolas) o
ensinamento interno, que o público desconhecia.
Certamente as incumbiu de alguma
missão que a geo-história não retratou: colocou-as na retaguarda como defesa de
última instância, porque sabia que elas sempre estariam ao lado dos homens na
cama e fora dela. Ouviriam, conversariam em seus congressos secretos – talvez lhes
tenha dado algum poder desconhecido.
Enfim, uma segunda fundação.
Uma segunda Cidade de Deus dentro da
primeira, um controle escondido dentro da cidade visível, a primeira, a
masculina.
Serra, domingo, 08 de julho de 2012.
José Augusto Gava.








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