A Vida me Fez Assis
MANSO
OU FEROZ? (ele
optou pela mansidão)
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Caçador De Mim
Por tanto amor
Por tanta emoção A vida me fez assim Doce ou atroz Manso ou feroz Eu caçador de mim Preso a canções Entregue a paixões Que nunca tiveram fim Vou me encontrar Longe do meu lugar Eu, caçador de mim Nada a temer senão o correr da luta Nada a fazer senão esquecer o medo Abrir o peito a força, numa procura Fugir as armadilhas da mata escura Longe se vai Sonhando demais Mas onde se chega assim Vou descobrir O que me faz sentir Eu, caçador de mim |
VID/ASSIS
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Francisco de Assis
Origem:
Wikipédia, a enciclopédia livre.
Giovanni di
Pietro di Bernardone, mais conhecido como São Francisco de Assis (Assis, 5 de julho de 1182
[1] — 3 de outubro de 1226),
foi um frade católico da Itália. Depois de uma juventude irrequieta e
mundana, voltou-se para uma vida religiosa de completa pobreza, fundando a ordem mendicante dos Frades Menores, mais
conhecidos como Franciscanos, que
renovaram o Catolicismo de seu tempo. Com o hábito da pregação itinerante, quando os religiosos de
seu tempo costumavam fixar-se em mosteiros, e com sua crença de que o Evangelho devia ser seguido à risca,
imitando-se a vida de Cristo, desenvolveu uma
profunda identificação com os problemas de seus semelhantes e com a
humanidade do próprio Cristo. Sua atitude foi original também quando afirmou
a bondade e a maravilha da Criação num
tempo em que o mundo era visto como essencialmente mau, quando se dedicou aos
mais pobres dos pobres, e quando amou todas as criaturas chamando-as de irmãos.
Alguns estudiosos afirmam que sua visão positiva da natureza e do homem, que
impregnou a imaginação de toda a sociedade de sua época, foi uma das forças
primeiras que levaram à formação da filosofia da Renascença.[2]
Dante Alighieri disse que ele foi uma "luz
que brilhou sobre o mundo", e para muitos ele foi a maior figura do Cristianismo desde Jesus, mas a despeito do enorme prestígio de que ele
desfruta até os dias de hoje nos círculos cristãos, que fez sua vida e
mensagem serem envoltas em copioso folclore e darem origem a inumeráveis
representações na arte, a pesquisa acadêmica moderna sugere que
ainda há muito por elucidar quanto aos aspectos políticos de sua atuação, e
que devem ser mais exploradas as conexões desses aspectos com o seu misticismo pessoal. Sua vida é reconstituída a
partir de biografias escritas pouco após sua morte mas, segundo alguns
estudiosos, essas fontes primitivas ainda estão à espera de edições críticas
mais profundas e completas, pois apresentam contradições factuais e tendem a
fazer uma apologia de seu caráter e obras; assim, deveriam ser analisadas sob
uma óptica mais científica e mais isenta de apreciações emocionais do que tem
ocorrido até agora, a fim de que sua verdadeira estatura como figura
histórica e social, e não apenas religiosa, se esclareça. De qualquer forma,
sua posição como um dos grandes santos da Cristandade se firmou enquanto ele
ainda era vivo, e permanece inabalada. Foi canonizado pela Igreja Católica
menos de dois anos após falecer, em 1228,
e por seu apreço à natureza é mundialmente conhecido como o santo patrono dos animais e do meio ambiente.[3]
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ORAÇÃO
DE SÃO (se você
observar os preceitos viverá em equilíbrio ou, como se diz hoje, CENTRADO, será
uma pessoa SÃ: corpo são em mente sã)
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SEND/ASSIS
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O
QUE ARRASTA PARA O PASSADO
(no
mundo de então e no de agora)
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O
QUE LEVA AO FUTURO
(de
São Francisco)
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ódio
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amor
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ofensa
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perdão
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discórdia
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união
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dúvida
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fé
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erro
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verdade
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desespero
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esperança
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tristeza
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alegria
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trevas
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luz
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Esse camaradinha de que estou falando
abandonou a universidade a seis meses de se formar, assim como São Francisco de
Assis abandonou a herança que seu pai lhe daria.
Diferentemente de seu herói, não foi
viver no campo, começou a pesquisar a vida dos santos, todos os santos e os
santificados em todas as religiões, todos os exemplos de vida, exceto dos
iluminados, porque estes são os que criam religiões. Criou a UNIVERSÃ, apelando
à santidade dos santos para ajudar as pessoas a sair de seus problemas ou
evitar chegar a eles.
As pessoas faziam os cursos, mas
estudavam os santos. Quem não queria fazê-lo não precisava ficar ali e não era
proibido não ser devoto, de maneira nenhuma, mas o ambiente era tão
santificado, no sentido de puro mesmo, que quem estava ali pendia naturalmente
aos estudos e à contemplação. Como era rico de pai e de mãe, recebendo apoio de
ambos, herdando ainda em vida parte de suas imensas fortunas, pôde dar início à
Escola que depois virou campus de fato, sobrevivendo como todas de mensalidades
e ajuda governamental.
Cada sala recebia nome de um santo.
E havia semanalmente a exposição
circunstanciada de uma daquelas vidas. Faziam peças e as vidas eram trazidas do
passado distante e reencarnadas no presente para mostrar as dificuldades
constantes de tomar as decisões que de outro modo pareceriam fáceis. Eram vidas
comparadas com os empregos atuais. Havia um corpo permanente de teatrólogos
dedicados fazendo essas adaptações, algumas das quais até viraram filmes de
sucesso.
Essa pessoa em si mesma viveu vida
de santo e hoje está sendo beatificada, à espera da canonização. Dizem que o
processo correrá rápido e se tudo der certo antes do fim do ano saudaremos São
Marcos, o Sábio.
Serra, quarta-feira, 04 de julho de
2012.
José Augusto Gava.





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